A filosofia não analítica da linguagem, a virada linguística e a virada pragmática

Autores

  • Alessandra Cavalcante Scherma Schurig UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA

Resumo

A tradição do tratamento da linguagem na filosofia começa por Platão, passa por Aristóteles e culmina na filosofia da consciência baseada no essencialismo que enfatiza a dimensão instrumental da linguagem. Os estóicos iniciam a percepção de um novo entendimento sobre a linguagem, mas essa contribuição é esquecida e a visão do essencialismo só será derrubada por Heidegger e sua nova concepção sobre a linguagem, permitindo o início da chamada tradição não analítica da linguagem, que abarca a virada linguística e a virada pragmática.

 

consciência baseada no essencialismo que enfatiza a dimensão instrumental da linguagem. Os estóicos iniciam a percepção de um novo entendimento sobre a linguagem, mas essa contribuição é esquecida e a visão do essencialismo só será derrubada por Heidegger e sua nova concepção sobre a linguagem, permitindo o início da chamada tradição não analítica da linguagem, que abarca a virada linguística e a virada pragmática.

Palavras chaves: Linguagem; essencialismo; virada linguística; virada pragmática

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Biografia do Autor

Alessandra Cavalcante Scherma Schurig, UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA

Graduação em Direito pela Universidade Católica do Salvador (2004-2009), pós-graduação em Direito Processual Civil pela Universidade Federal da Bahia (2012-2014), pós-graduação em Direito Público pela Universidade Católica do Salvador (2014-2016) Mestranda em Direito pela Universidade Federal da Bahia (2017-2019). Tem experiência nas áreas de Filosofia do Direito, Hermenêutica Jurídica, Sociologia Jurídica, Direito Constitucional e Direito Processual Civil.

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Publicado

2019-12-19

Edição

Seção

Artigos