Tango: baile dos corpos dóceis

Autores

  • Francisco Alvarenga Junnior Neto Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia

Resumo

Em Tango: o baile dos corpos dóceis, Rafael Leopoldo realiza um diálogo entre história e filosofia, demonstrando em que sentido há constantemente no desenvolvimento desta dança uma dialética entre estética e moralidade. O texto é dividido em três partes, a saber: A erótica do tango; A moralidade do tango; O baile dos corpos dóceis. Em movimento inescapável para autores que buscam fazer do exercício filosófico um meio para se desvencilhar a vida de toda amarra que a aprisiona e a enrijece, Leopoldo, ao demonstrar o fenômeno disciplinador pelo qual o tango passa e o fenômeno docilizante dos corpos nesta relação entre dança, música e vida, não tem outra intenção senão a de denunciar que em um macro cenário o que houve foi uma perda da autenticidade e da criatividade humanas, bem como, também, a ocorrência de um movimento de deslocamento da vida e sua complexidade para os porões do pensamento.

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Biografia do Autor

Francisco Alvarenga Junnior Neto, Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia

Possui graduação em Filosofia Pelo Instituto Santo Tomás de Aquino (2016) e mestrado em Filosofia pela Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia (2020). Atualmente é professor no Seminário Provincial Sagrado Coração de Jesus - SSCJ. Tem experiência na área de Filosofia, com ênfase em Filosofia, atuando principalmente nos seguintes temas: Nietzsche, Ceticismo, Filosofia Moderna, Filosofia Contemporânea e Ética.

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Publicado

2020-10-22

Edição

Seção

Resenhas