Biopoder na concepção de Michel Foucault: o poder do Estado no controle da sociedade

Autores

  • Ducielma Rocha Silva Universidade Federal do Piauí

DOI:

https://doi.org/10.31501/periagoge.v1i1.8909

Resumo

Michel Foucault faz uma análise sobre os mecanismos de controle da sociedade, que surgem por volta do fim do século XVII e início do século XVIII. Onde o mesmo faz uma reflexão das atrocidades que ocorreram na França nesse período. Como também analisou o surgimento das instituições disciplinares, assim como os mecanismos de poder utilizado pelo estado para válida seu poder, no controle da sociedade. No entanto esses fatos irão marcar o segundo Foucault, ou período da genealogia. A intenção de Michel Foucault é investigar as grandes transformações do sistema estatal, jamais diminuir a força do Estado; mas configurar a ideia de que o Estado seria o órgão central de poder.  Foucault diz que junto com as instituições disciplinares surge também os mecanismos de dominação do indivíduo. Foucault denomina todos esses mecanismos disciplinares como o poder que faz viver, ou seja, o mesmo faz uma comparação com o poder soberano onde a intenção era fazer morrer, enquanto o poder disciplinar cuida de valorizar a vida. A todos esses mecanismos Foucault denomina como biopoder, porque o intuito desses mecanismos é cuida e garanti o bem-esta a toda sociedade contemporânea. Enfim o filósofo diz que essa nova tecnologia de poder está voltada para a manutenção da vida da espécie humana, mas também é uma forma de controle invisível.

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Biografia do Autor

Ducielma Rocha Silva, Universidade Federal do Piauí

Cento de Ciencias Humanas( CCHL)

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Publicado

2018-09-14

Edição

Seção

Artigos Livres