Elementos de hermenêutica, humanização e boa-fé para uma teoria da garantia do acesso à educação no Ensino Superior

Autores

  • Augusto Melo Moulin Breda

DOI:

https://doi.org/10.31501/periagoge.v3i1.12288

Resumo

O Ensino Superior brasileiro enfrenta questões relativas ao acesso do cidadão a esta modalidade de ensino. A capacidade de ser merece uma categorização filosófica e jurídica quanto ao seu aspecto de garantia de acesso à educação integral, o que inclui o Ensino Superior. Sendo assim, o artigo aborda textos relativos à hermenêutica filosófica e jurídica, à humanização da técnica na filosofia da ciência e na metafísica e à boa-fé no processo civil como uma abordagem preliminar para o acesso à educação em nível de Ensino Superior. Para tanto, realizou-se uma pesquisa bibliográfica de cunho qualitativo, baseada em referências filosóficas, jurídicas e pedagógicas que sejam capazes de refletir sobre os elementos relativos à abordagem em três programas de pesquisa escolhida por este trabalho. A abordagem segue uma sequência didática, que perpassa elementos hermenêuticos para dar ênfase aos aspectos filosóficos do tema, elementos de humanização, com o escopo de garantir a adequação da hermenêutica a uma abordagem filosófica mais contemporânea, e elementos de boa-fé para moldar o instituto jurídico do acesso à educação. Por fim, com esses elementos, foi realizada uma reflexão sobre o acesso às políticas educacionais. Espera-se que esta pesquisa seja uma contribuição epistemológica para a garantia do acesso à educação, resultando em boas práticas no sistema educacional brasileiro.

Biografia do Autor

  • Augusto Melo Moulin Breda
    Graduação em Gestão Ambiental pela Universidade de Franca (UNIFRAN). Graduação em andamento em Filosofia pela UNIFRAN. Pós-Graduação em Docência do Ensino Superior pelo Centro Universitário São Camilo.

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Publicado

2020-10-22

Edição

Seção

Artigos Livres

Como Citar

Elementos de hermenêutica, humanização e boa-fé para uma teoria da garantia do acesso à educação no Ensino Superior. (2020). Periagoge, 3(1), 76-86. https://doi.org/10.31501/periagoge.v3i1.12288