PERFORMANCE FUNCIONAL, COMPOSIÇÃO CORPORAL E MEDO DE CAIR EM IDOSAS COM DESMINERALIZAÇÃO ÓSSEA CAIDORAS E NÃO CAIDORAS. EXISTEM DIFERENÇAS?

Autores

DOI:

https://doi.org/10.31501/rbcm.v28i4.10773

Palavras-chave:

Jornalismo Investigativo, Bibliometria, Pesquisas científicas

Resumo

Objetivou-se comparar performance funcional, composição corporal e medo de cair em idosas com desmineralização óssea caidoras e não caidoras. Estudo transversal, analítico com 19 idosas com baixa da densidade mineral óssea (DMO), sete apresentaram osteoporose e 12 tinham osteopenia. IMC=28,9 ± 4,3kg.m-2, idade média de 70 ± 5 anos. As idosas foram alocadas em grupos quanto à queda: Caidoras (n=9) e Não Caidoras (n=10). A avaliação da Performance funcional englobou: 1) Capacidade Funcional com a bateria Senior Fitness Test (SFT); 2) Variáveis da marcha captadas com o sensor inercial Wivar ® Science durante o Teste de Caminhada de 10 metros (TC10M). Composição corporal: DMO, gordura e massa magra foram analisadas através da Absortometria Radiológica de Dupla Energia (DEXA). Verificou-se o medo de cair com a Falls Efficacy Scale - Internacional – Brasil. Testou-se a comparação entre médias com teste t de Student e U de Mann Whitney. Quanto ao medo de cair, o escore total atingiu 28±11 pontos. Não houve diferença estatística entre as médias dos testes de capacidade funcional e marcha, exceto a simetria da marcha que se diferenciou entre os grupos (p=0,017). Os grupos alcançaram resultados semelhantes de performance funcional, marcha e medo de cair. O estímulo e manutenção da função devem ser feitos como caráter preventivo no público em questão independente do evento queda ter ocorrido. A simetria da marcha pode ser uma variável complementar na avaliação de quedas em idosas com osteopenia e osteoporose.

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Biografia do Autor

Laíla Pereira Gomes da Silva, Universidade Federal de Pernambuco

Fisioterapeuta. Mestre em Fisioterapia pelo Programa de Pós-graduação em Fisioterapia, Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Recife (PE), Brasil.

Maria das Graças Rodrigues de Araújo, Universidade Federal de Pernambuco

Fisioterapeuta. Doutora em Nutrição pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Departamento de Fisioterapia, Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Recife (PE), Brasil.

André dos Santos Costa, Universidade Federal de Pernambuco

Educador Físico. Doutor em Educação Física Universidade de São Paulo. Departamento de Educação Física, Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Recife (PE), Brasil.

Daniella Araújo de Oliveira, Universidade Federal de Pernambuco

Fisioterapeuta. Doutora em Neuropsiquiatria e Ciências do Comportamento pela Universidade Federal de Pernambuco. Departamento de Fisioterapia, Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Recife (PE), Brasil.

Larissa Coutinho de Lucena, Não há conflitos de interesse.

Fisioterapeuta. Doutora em Fisioterapia pelo Programa de Pós-graduação em Fisioterapia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Rio Grande do Norte (RN), Brasil.

Tony Meireles Santos, Universidade Federal de Pernambuco

Educador Físico. Doutor em Educação Física pela Universidade Gama Filho. Departamento de Educação Física. Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Recife (PE), Brasil.

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Publicado

2021-08-31

Edição

Seção

Artigo Original