ASSOCIAÇÃO ENTRE A ATIVIDADE FÍSICA E FORÇA DE PREENSÃO MANUAL COM A DENSIDADE MINERAL ÓSSEA EM CRIANÇAS COM OSTEOGÊNESE IMPERFEITA

Autores

  • ANDREA CASSIMIRO DE OLIVEIRA 1.Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. 2.Centro de Estudos do Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Sul (CELAFISCS), São Paulo.
  • ELLEN DE OLIVEIRA GOIANO Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Grupo de Ortopedia e Traumatologia Pediátrica da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo.
  • RAFAEL BENITO MANCINI Centro de Estudos do Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Sul (CELAFISCS), São Paulo.
  • MIGUEL AKKARI Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, Grupo de Ortopedia e Traumatologia Pediátrica da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo.
  • VICTOR KEIHAN RODRIGUES MATSUDO Centro de Estudos do Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Sul (CELAFISCS), São Caetano do Sul, São Paulo.
  • CLÁUDIO SANTILI Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo; Grupo de Ortopedia e Traumatologia Pediátrica da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo.

DOI:

https://doi.org/10.31501/rbcm.v30i2.11819

Palavras-chave:

Diabetes Mellitus, Equilíbrio Postural, Qualidade de Vida, Limitação da Mobilidade, Capacidade Funcional, Fisioterapia

Resumo

O propósito do trabalho foi avaliar a associação entre a atividade física e a força de preensão manual com a densidade mineral óssea em crianças com osteogênese imperfeita. Estudo transversal, constituído por crianças com osteogênese imperfeita tipo I e IV. Foram avaliados peso, estatura, maturação biológica, força de preensão manual, capacidade funcional, o número de ciclos de pamidronato e a atividade física semanal, sendo medidas a densidade mineral óssea: total, sem crânio e a da coluna. Foram utilizadas a correlação de Pearson, teste t independente, índice Z CELAFISCS e a diferença percentual, considerando-se p<0,05. Houve correlação significativa, positiva entre a atividade física leve com a densidade mineral óssea da coluna, mas não com a densidade mineral óssea total, sem crânio e com a força de preensão manual. Não houve correlação entre a força de preensão manual e a densidade mineral óssea: total, sem crânio, da coluna e o número de ciclos de pamidronato. Ambos os sexos apresentaram valores mais baixos de força de preensão manual. Houve diferença significativa na densidade mineral óssea total de acordo com a mobilidade. A atividade física leve habitual influenciou positivamente a densidade mineral óssea da coluna, mas não das demais densidades e da força de preensão manual. A densidade mineral óssea total foi maior em crianças que andam. A força de preensão manual não interferiu na densidade mineral óssea: total, sem crânio, da coluna e no número de ciclos de pamidronato, porém foi menor em todas as crianças em relação aos seus pares saudáveis, particularmente no sexo feminino.

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Biografia do Autor

ANDREA CASSIMIRO DE OLIVEIRA, 1.Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. 2.Centro de Estudos do Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Sul (CELAFISCS), São Paulo.

Mestra pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo; Membro pesquisador em crianças e adolescentes do Centro de Estudos do Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Sul (CELAFISCS). Graduada em Fisioterapia e Educação Física.

ELLEN DE OLIVEIRA GOIANO, Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Grupo de Ortopedia e Traumatologia Pediátrica da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo.

Mestra pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Colaboradora do Grupo de Ortopedia e Traumatologia Pediátrica da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo.

RAFAEL BENITO MANCINI, Centro de Estudos do Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Sul (CELAFISCS), São Paulo.

Mestre em Saúde Coletiva pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Membro pesquisador em Ciências da Saúde (CELAFISCS). Graduado em Educação Física.

MIGUEL AKKARI, Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, Grupo de Ortopedia e Traumatologia Pediátrica da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo.

Professor Assistente da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo; Médico Chefe do Grupo de Ortopedia e Traumatologia Pediátrica da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo.

VICTOR KEIHAN RODRIGUES MATSUDO, Centro de Estudos do Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Sul (CELAFISCS), São Caetano do Sul, São Paulo.

Médico. Livre Docente e Presidente do Centro de Estudos do Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Sul (CELAFISCS).

CLÁUDIO SANTILI, Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo; Grupo de Ortopedia e Traumatologia Pediátrica da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo.

Professor Adjunto do Departamento de Ortopedia e Traumatologia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo; Médico do Grupo de Ortopedia e Traumatologia Pediátrica da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo.

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Publicado

2023-03-21

Edição

Seção

Artigo Original