DESEMPENHO DE CORRIDA E NATAÇÃO DE GUARDA-VIDAS CIVIS APÓS UMA TEMPORADA DE VERÃO

Autores

  • Lucas Santana de Oliveira Centro de Desportos (CDS)/ Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)
  • Thiago Pereira Ventura Laboratório do Esforço Físico (LAEF)/ Centro de Desportos (CDS)/ Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) http://orcid.org/0000-0003-3219-0075
  • Natália Cauduro da Silva Corpo de Bombeiros Militares de Santa Catarina
  • Ricardo Dantas de Lucas Laboratório do Esforço Físico (LAEF)/ Centro de Desportos (CDS)/ Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)
  • Márcio Robson Verzola Corpo de Bombeiros Militares de Santa Catarina
  • Tiago Turnes Laboratório do Esforço Físico (LAEF)/ Centro de Desportos (CDS)/ Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) http://orcid.org/0000-0001-8797-0437

DOI:

https://doi.org/10.31501/rbcm.v29i4.11948

Resumo

O objetivo do presente estudo foi verificar o desempenho de corrida e natação de guarda-vidas civis após uma temporada de verão em Florianópolis – SC. Quatorze guarda-vidas civis (idade: 23.4 ± 5.0 anos; massa corporal: 74.6 ± 8.9 kg; estatura: 176 ± 0.1 cm) realizaram testes de 500m de natação e 1600m de corrida antes e após uma temporada de verão de 5 meses. Não foi realizada nenhuma intervenção na rotina dos guarda-vidas durante esse período. A comparação no desempenho pré e pós temporada foi realizada pelo teste t de Student para dados pareados (bicaudal), enquanto as correlações entre as variáveis foram verificadas pelo coeficiente de correlação de Pearson, com nível de significância de 5% (p < 0.05). Houve piora nos tempos dos testes de 500m de natação (Pré: 501.4 ± 77.9; Pós: 523.1 ± 84.6 s; p < 0.01) e 1600m de corrida (Pré: 371.6 ± 42.3 s; Pós: 393.9 ± 42.7 s; p < 0.01), sem associação entre o tempo de desempenho pré-temporada no teste de natação (r = 0.441, p = 0.115) ou corrida (r = -0.179, p = 0.541) com as magnitudes de piora. Concluiu-se que houve uma piora no desempenho de corrida e natação ao término da temporada de verão nos guarda-vidas civis, o que pode levar a uma perda no rendimento nas atividades que são submetidos rotineiramente. Dessa forma, tornam-se importantes estratégias, como o treinamento sistematizado, para minimizar essa queda no rendimento dos guarda-vidas civis, evitando o risco a si mesmo e a potenciais vítimas.

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Biografia do Autor

Lucas Santana de Oliveira, Centro de Desportos (CDS)/ Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)

Departamento de Educação Física

Thiago Pereira Ventura, Laboratório do Esforço Físico (LAEF)/ Centro de Desportos (CDS)/ Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)

Departamento de Educação Física

Ricardo Dantas de Lucas, Laboratório do Esforço Físico (LAEF)/ Centro de Desportos (CDS)/ Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)

Departamento de Educação Física

Tiago Turnes, Laboratório do Esforço Físico (LAEF)/ Centro de Desportos (CDS)/ Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)

Departamento de Educação física

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Publicado

2022-03-22

Edição

Seção

Artigo Original