INTENSIDADE DO EXERCÍCIO DETERMINA A APTIDÃO CARDIORRESPIRATÓRIA E A QUALIDADE DE VIDA EM MULHERES INFARTADAS
DOI:
https://doi.org/10.18511/rbcm.v20i3.3435Resumo
Estudos que relacionam mulheres infartadas, exercícios físicos e saúde, têm contribuído para a compreensão da influência de hábitos sedentários com a incidência de doenças cardiovasculares nessa população. Objetivo: Comparar o efeito de diferentes intensidades de exercícios aeróbios sobre a capacidade funcional (VO2pico) e a qualidade de vida (QV) de mulheres pós infarto do miocárdio. Métodos: 42 mulheres (61,2 anos ± 3) participaram deste estudo prospectivo, com 12 semanas de treinamento físico de moderada intensidade (n= 14) a 70-80% da frequência cardíaca de pico, de baixa intensidade (n=14) a 50-60% da frequência cardíaca de pico, ou grupo controle (n=14), que recebeu acompanhamento clínico. O exercício aeróbio foi realizado cinco vezes por semana, 45 minutos por sessão, além de exercícios de resistência muscular e alongamentos. O VO2pico foi mensurado com teste cardiopulmonar e a QV avaliada pelo questionário MacNew. Resultados: ANOVA two-way revelou aumento significativo do VO2pico (p< 0,05) no grupo de moderada intensidade (21,65 ± 2,1ml/kg.min para 31 ± 2,8ml/kg.min) em relação ao grupo de baixa intensidade (24,1 ± 1,9 ml/kg.min para 26,9 ± 0,92 ml/kg.min), ainda, ambos os grupos de exercício aumentaram significativamente o VO2pico em relação ao grupo controle (23,35 ± 1,6 ml/kg.min para 22,5 ± 0,55 ml/kg.min) após intervenção. A QV teve melhora significativa (p<0,05) apenas no grupo de moderada intensidade (5,70 para 6,78). Conclusão: Exercícios de moderada intensidade promovem maior aumento na capacidade funcional e na QV em mulheres pós-infarto do miocárdio.Downloads
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Publicado
03-12-2012
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Artigo Original
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Como Citar
Benetti, M., dos Santos, R. Z., Amboni, R., Pereira de Araujo, C. L., & de Almeida, J. (2012). INTENSIDADE DO EXERCÍCIO DETERMINA A APTIDÃO CARDIORRESPIRATÓRIA E A QUALIDADE DE VIDA EM MULHERES INFARTADAS. Revista Brasileira De Ciência E Movimento, 20(3), 91-99. https://doi.org/10.18511/rbcm.v20i3.3435






