VARIABILIDADE DO LACTATO SANGUÍNEO EM RESPOSTA A NADOS DE AQUECIMENTO E DE MÁXIMA INTENSIDADE - DOI: http://dx.doi.org/10.18511/0103-1716/rbcm.v21n1p98-106
DOI:
https://doi.org/10.18511/rbcm.v21i1.3601Resumo
Os objetivos do presente estudo foram verificar as concentrações de lactato no sangue e sua variabilidade em resposta à intensidade característica de aquecimento e em resposta à máxima intensidade de nado; (2) verificar o comportamento das concentrações de lactato ao longo do tempo, e (3) correlacionar valores de pico de concentração de lactato com o desempenho em 200 m nado crawl. Participaram 13 nadadores competitivos, com experiência de, no mínimo, 4 anos na modalidade. Foram obtidas amostras de sangue arterializado através do aparelho portátil para mensuração de lactato Accusport (Roche) de quatro momentos distintos: após 15 min de repouso em decúbito dorsal (M1), após 800 m nadados em intensidade de aquecimento (M2), um e três minutos após 200 m nadados em máxima intensidade. As concentrações de lactato foram obtidas com equipamento portátil. O desempenho na distância de 200 m foi transformada em unidades pontuais (DESP) a fim de comparação com outros estudos. A análise estatística contou com a ANOVA para medidas repetidas e com a aplicação do Índice de Correlação Intraclasse, os cálculos foram realizados no programa SPSS v. 15.0 e o nível de significância foi estabelecido em 5%. Os resultados apontaram para diferenças entre M1 e M3 e M4 e entre M2 e M3 e M4. Alta variabilidade inter e intra-indivíduos foram encontradas. Nenhuma correlação entre desempenho e concentração de lactato sanguíneo foi encontrada. As diferenças inter individuais e o equipamento portátil para identificação da concentração sanguínea de lactato devem ser levadas em consideração quando busca-se estudar o metabolismo energético em natação.Downloads
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Publicado
18-02-2013
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Como Citar
Matos, C. C. de, & de Souza Castro, F. A. (2013). VARIABILIDADE DO LACTATO SANGUÍNEO EM RESPOSTA A NADOS DE AQUECIMENTO E DE MÁXIMA INTENSIDADE - DOI: http://dx.doi.org/10.18511/0103-1716/rbcm.v21n1p98-106. Revista Brasileira De Ciência E Movimento, 21(1), 98-106. https://doi.org/10.18511/rbcm.v21i1.3601






