Correlação entre sensibilidade cutânea plantar e a idade: um estudo transversal

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.31501/rbcm.v27i2.9874

Resumen

A sensibilidade cutânea plantar se dá pela percepção de pressão de contato com o solo, importante para o sistema somatossensorial, nos membros inferiores, principalmente na região plantar dos pés a sensibilidade pode ser alterada por diversos fatores, entre um deles a idade. Portanto é clinicamente relevante e tem uma influência importante na funcionalidade e qualidade de vida. O objetivo do estudo foi analisar a progressão da perda de sensibilidade cutânea plantar em indivíduos com diferentes idades. O estudo foi do tipo transversal, realizado na ESEFFEGO-UEG. Cada participante da pesquisa foi avaliado individualmente pelos monofilamentos de Semmes-Weintein (Estesiometria), um método rápido para a avaliação da sensibilidade plantar, na região plantar dos pés em 10 pontos divididos entre as regiões dorsal, de ante-pé, médio-pé e retro-pé. Participaram da pesquisa 42 indivíduos, porém 11 foram excluídos por não participarem da avaliação da estesiometria, constituindo a amostra final por 31 participantes, sendo que na análise de correlação entre a idade e a estesiometria e suas respectivas regiões foi verificada correlação estatisticamente significante, moderada e negativa entre a idade e a sensibilidade cutânea plantar da região dorsal, do ante-pé, médio-pé, estesiometria do MIE, do MID e sensibilidade cutânea plantar total e ainda uma correlação forte entre a idade e a redução da sensibilidade da região do retro-pé. Assim, quanto maior a idade menor a sensibilidade dos participantes. Portanto confirma-se uma correlação negativa entre sensibilidade cutânea plantar e idade. A correlação é mais forte ao se analisar redução da sensibilidade do retropé em indivíduos com maior idade.

Biografía del autor/a

  • Georgia Silva Menezes, Universidade Estadual de Goiás
    Discente do curso de Bacharelado em Fisioterapia pela Universidade Estadual de Goiás (UEG), bolsista pelo Programa de Bolsas de Iniciação Científica PBIC/UEG.
  • Mayara Cordeiro de Faria, Universidade Estadual de Goiás
    Discente do curso de Bacharelado em Fisioterapia pela Universidade Estadual de Goiás (UEG), bolsista pelo Programa de Bolsas de Iniciação Científica PBIC/UEG.
  • Doralice Brito Santos, Universidade Estadual de Goiás
    Discente do curso de Bacharelado em Fisioterapia pela Universidade Estadual de Goiás (UEG).
  • Cristiane Falcão Barros, Universidade Estadual de Goiás
    Discente do curso de Bacharelado em Fisioterapia pela Universidade Estadual de Goiás (UEG), bolsista pelo Programa de Bolsas de Iniciação Científica PBIC/UEG.
  • Franassis Barbosa de Oliveira, Universidade Estadual de Goiás
    OLIVEIRA, FB: Fisioterapeuta, docente dos cursos de bacharelado em Fisioterapia e licenciatura em Educação Física da Universidade Estadual de Goiás (UEG). Doutor em Ciências e Tecnologias em Saúde (UnB) e Pós-doutorado em Bioengenharia (UnB).

Publicado

2019-06-12

Número

Sección

Artigo Original