Educação, finanças públicas e a desigualdade de renda nos estados norte-americanos

Autores

  • Marco Antonio Kerbeg Universidade Católica de Brasília image/svg+xml
  • Tito Belchior Silva Moreira Universidade Católica de Brasília image/svg+xml
  • Carlos Vinícius Santos Reis Universidade Católica de Brasília image/svg+xml

Palavras-chave:

Electric power, spillover, WIOD, OECD, productivity

Resumo

O estudo pretende relacionar os impactos da “Educação”, dos “Subsídios”, dos “Impostos” e dos “Gastos do Governo” sobre a “Desigualdade de renda” nos Estados Norte-Americanos. Escolhe-se o “Coeficiente de Gini” como proxy para a desigualdade de renda. Emprega-se dados em painel pelo Método Generalizado de Momentos (GMM) em 1ª diferença, focado nos efeitos não lineares das variáveis explicativas. Os resultados empíricos indicam que quanto maiores forem os aportes em educação, impostos e gastos governamentais até um ponto de máximo, maior será a desigualdade de renda. A partir deste ponto, novos aportes levarão a uma redução na desigualdade de renda. Os subsídios mostram uma curva convexa com o índice de Gini, de modo que inicialmente maiores subsídios proporcionam menores índices de desigualdade, mas, a partir do ponto de mínimo da curva, quanto maior for o montante de subsídios, maior será a desigualdade de renda.

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Publicado

2020-12-09