A psicologia do esporte em um programa social: o psicólogo como facilitador da relação professor-aluno
DOI:
https://doi.org/10.31501/rbpe.v9i3.10925Resumo
Este artigo apresenta o relato de experiência de uma acadêmica de psicologia em suas primeiras vivências como estagiária em psicologia do esporte (PE). O estágio aconteceu no Centro de Educação Física Almirante Adalberto Nunes (CEFAN), instituição pertencente à Marinha do Brasil e polo de implementação do Programa Forças no Esporte (PROFESP). Com o objetivo de inclusão social através do esporte, o PROFESP atende crianças e adolescentes de 7 a 17 anos que residem no entorno do CEFAN, localizado próximo ao Complexo da Maré, no Rio de Janeiro. A atuação dos estagiários iniciantes era voltada para a observação de campo, compartilhamento de vivências e realização de relatórios com embasamento teórico e propostas de intervenção. Foram essas atividades que deram origem ao presente artigo, que abordará temas como agressividade, empatia e gênero no esporte. No que concerne à agressividade, a presença da Psicologia do Esporte pode facilitar o diálogo a fim de compreender e ressignificar os comportamentos e os sentimentos apresentados. Destaca-se, ainda, o trabalho focado nas habilidades empáticas tanto do professor quanto dos alunos. Já no que diz respeito às questões de gênero, apesar de o Programa contar com aulas mistas, sentiu-se falta de um espaço comum de elaboração e reelaboração. Para estas e outras questões destaca-se a importância da presença da equipe de psicologia para a promoção de um ambiente mais saudável e acolhedor.Downloads
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Publicado
2020-05-14
Edição
Seção
Relato de Experiência