A prática do judô e a promoção de comportamentos socialmente competentes de crianças

Autores

  • Rodrigo Augusto Trusz Escola de Educação Física, Fisioterapia e Dança da Universidade Federal do Rio Grande do Sul
  • Alexandre Velly Nunes
  • Carlos Adelar Abaide Balbinotti

DOI:

https://doi.org/10.31501/rbpe.v8i2.9870

Palavras-chave:

Engenheiros, Discriminação, Raça, Gênero.

Resumo

Este estudo apresenta um relato de experiência sobre o trabalho desenvolvido com alunos de uma escola pública localizada em uma comunidade de baixa renda de Porto Alegre. O objetivo do trabalho foi a promoção de comportamentos socialmente competentes através da prática do judô. Participaram 24 crianças de ambos os sexos, com idades entre 9 e 12 anos. Os participantes frequentaram aulas de judô duas vezes por semana, num total de 30 encontros de 1 hora cada. Observamos que o grupo apresentava comportamentos demasiadamente agressivos, verbais e físicos, tanto na sala de aula quanto em outros ambientes da escola. Ao iniciarmos as aulas de judô, observamos que os mesmos comportamentos se repetiam também nesses momentos. Através de um planejamento de aulas voltado para os princípios filosóficos do judô, das etiquetas e normas que regem essa prática, os participantes passaram a agir com menos agressividade, tanto no dojô[1] quanto na Escola. A experiência permitiu-nos conhecer peculiaridades do grupo e intervir de forma pontual e significativa às crianças, que se apropriaram dos conhecimentos adquiridos nas aulas e fizeram uso tanto no dojôquanto na Escola.

[1] Dojô: local para praticar o judô.

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Biografia do Autor

Rodrigo Augusto Trusz, Escola de Educação Física, Fisioterapia e Dança da Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Professor da Rede Municipal de Educação de Porto Alegre; Coordenador Pedagógico do Projeto de Extensão Universitária Bugre Lucena: iniciação judô; Doutorando do PPG em Ciências do Movimento Humano da ESEFID/UFRGS.

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Publicado

2018-10-28