Una historia (feminista) de las mujeres de la Biblia notas de un campo de acción discursivo sobre articulación, traducción y subversión

Notas de um campo discursivo de ação sobre articulação, tradução e subversão

Autores/as

  • Carolina Falcão UFRPE/Professora

DOI:

https://doi.org/10.31501/clogia.v17i1.15483

Resumen

Neste trabalho, apresento e discuto as histórias feministas das mulheres da bíblia como uma possibilidade de compreensão das formas ativas com que as mulheres articulam subjetividades feminista e religiosa. Para isso, analiso as campanhas para o mês internacional da mulher (março de 2019) de três projetos digitais desenvolvido por mulheres (ou grupo de mulheres) religiosas que se apresentam também como feministas. Aciona-se a ideia de campo discursivo de ação para explicar as capacidades articulatórias e tradutoras/interpretativas dos feminismos populares, considerado sobretudo como a Internet promove e ressoa essas práticas de construção da subjetividade.

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Citas

ALVAREZ, Sonia E. Para além da sociedade civil: reflexões sobre o campo feminista. cadernos pagu (43), Núcleo de Estudos de Gênero – Pagu/Unicamp, janeiro-junho de 2014, pp.13-56

ASAD, Talal. Agency and pain: An exploration. Culture and Religion, v. 1, n.1, p 29-60, 2000. http://dx.doi.org/10.1080/01438300008567139

BEARD, Mary. Mulheres no Poder: Um Manifesto. São Paulo: Planeta do Brasil, 2018.

BRACKE, Sarah. Conjugating the Modern/ Religious, Conceptualizing Female Religious Agency: Contours of a `Post-secular’ Conjuncture. Theory, Culture & Society, n. 25, v.6, p. 51–67, 2008. https://doi.org/10.1177/0263276408095544

CARNEIRO, Raquel. Jezabel, a capeta de saia da Record. Revista Veja Online. São Paulo: 29 Jul. 2019. Disponível em: https://veja.abril.com.br/entretenimento/jezabel-e-a-agenda-antifeminista-da-record/. Acesso em 10 Ago 2019.

CIRIBELLI, Fernanda. O corpo pedagogizado: Fluidos femininos e propagandas de absorvente. Revista Internacional de Comunicación y Desarrollo. Universidade de Santiago da Compostella, v. 2, n. 6, p. 47-56, 2017. Disponível em: https://dialnet.unirioja.es/ejemplar/476671. Acesso em: 01 Ago. 2019.

FERREIRA, Carolina Branco de Castro. Feminismos web: linhas de ação e maneiras de atuação no debate feminista contemporâneo. Cad. Pagu, Campinas , n. 44, p. 199-228, June 2015 . Available from <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-83332015000100199&lng=en&nrm=iso>. access on 28 Aug. 2019. http://dx.doi.org/10.1590/1809-4449201500440199.

GIORGI, Alberta. Gender, Religion, and Political Agency: Mapping the Field. Revista Crítica de CiênciasSociais [Online], v. 1, n. 110, p. 51-72, 2016. Disponível em: http://journals.openedition.org/rccs/6371. DOI : 10.4000/rccs.6371.

GOMIDES, Lana de Araújo. “Modos de Ser Mulher” no Período Menstrual: A Pedagogia Do Corpo Através de Imagens Publicitárias. Anais do Seminário Internacional de Pesquisa em Arte e Cultura Visual: Fabricações e Acidentes Visuais. Goiânia, GO: 2018. Disponível em: chrome-extension://oemmndcbldboiebfnladdacbdfmadadm/https://seminarioculturavisual.fav.ufg.br/up/778/o/LC_LANA_GOMIDES_IISIPACV2018.pdf

HARDING, Sandra. A instabilidade das Categorias Analíticas na Teoria Feminista”, in Revista de Estudos Feministas,vol.1,no.1, 1993, Rio de Janeiro CIEC/ECO/UFRJ, p.19.

HIGGS, Liz Curtis. Meninas más da Bília. Belo Horizonte: Atos, 2002.

MAHMOOD, S. Politics of Piety: The Islamic Revival and the Feminist Subject. Oxford: Princeton University Press, 2005.

MAHMOOD, Saba. Teoria feminista, agência e sujeito liberatório: algumas reflexões sobre o revivalismo islâmico no Egipto. Etnográfica, Lisboa , v. 10, n. 1, p. 121-158, maio 2006 . Disponível em <http://www.scielo.mec.pt/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0873-65612006000100007&lng=pt&nrm=iso>. acesso em 27 out. 2017.

O’BRIAN, Jodi. Wrestling the angels of contradiction: queer Christian indentities. Culture and Religion, Londres, v. 5, n. 4, p. 179-202, 2007.

PERROT, Michele. Os excluídos da história: operários, mulheres, prisioneiros. São Paulo: Paz e Terra, 2010.

RAGO, Margareth. Epistemologia Feminista, Gênero e História. In: PEDRO, J.; GROSSI, M. (orgs.)- Masculino, Feminino, Plural. Florianópolis: Ed. Mulheres,1998.

RAGO, Margareth. Adeus ao feminismo? Feminismo e pós-modernidade no Brasil. Cadernos do arquivo Edgar Leuenroth, Campinas, n.3/4, p.11-43, 1995/1996.

ROSADO, Maria José. O impacto do feminismo sobre o estudo das religiões. Cad. Pagu, Campinas , n. 16, p. 79-96, 2001 . Available from <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-83332001000100005&lng=en&nrm=iso>. access on 20 Aug. 2018. http://dx.doi.org/10.1590/S0104-83332001000100005.

ROSADO-NUNES, Maria José. Teologia feminista e a crítica da razão religiosa patriarcal: entrevista com Ivone Gebara. Rev. Estud. Fem., Florianópolis , v. 14, n. 1, p. 294-304, Apr. 2006 . Available from <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-026X2006000100016&lng=en&nrm=iso>. access on 20 Aug. 2018. http://dx.doi.org/10.1590/S0104-026X2006000100016.

TOLDY, Teresa. Religião, gênero e cidadania sexual: uma introdução. Revista Crítica de Ciências Sociais, v. 1, n. 10, Lisboa, novembro, pp. 43-50, 2016.

WOODHEAD, Linda. Mulheres e gênero: uma estrutura teórica. Revista de Estudos da Religião, São Paulo, v. 2, n. 1, pp. 1-11, 2002.

Publicado

2025-12-11

Cómo citar

Falcão, C. (2025). Una historia (feminista) de las mujeres de la Biblia notas de un campo de acción discursivo sobre articulación, traducción y subversión : Notas de um campo discursivo de ação sobre articulação, tradução e subversão. Comunicologia, 17(1). https://doi.org/10.31501/clogia.v17i1.15483

Número

Sección

Artigos Livres