O QUE MUDA E O QUE PERMANECE NA ESTRUTURA DOS TÍTULOS DE JORNAIS NA INTERNET?

Authors

  • Thaísa Bueno UFMA
  • Lucas Santiago Arraes Reino UFMA

DOI:

https://doi.org/10.31501/comunicologia.v12i2.10844

Keywords:

legislação, gestão, financiamento, Distrito Federal, políticas de esporte.

Abstract

Este artigo tem como proposta discutir as mudanças estruturais que o título jornalístico sofre quando migra da plataforma impressa para a digital. Para dar conta do intento foram comparados títulos semelhantes, publicados nas versões de papel e para internet, dos jornais Folha de S. Paulo e O Estado de S. Paulo. Foram coletados os títulos da capa e internos de quatro editorias entre os dias 1 e 7 de abril de 2016. Além do estudo comparado para entender a composição semântica e estrutural, as discussões abarcam ponderações sobre como proceder para titular no jornalismo escrito tendo como base os teóricos da área e os manuais de redação. O resultado mostra que o título do impresso não é igual ao da internet, e ainda que orientações editoriais sejam mantidas, na estruturação das frases ele sofreu drásticas transformações.

Author Biographies

  • Thaísa Bueno, UFMA

    Doutora em Comunicação pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), Mestre em Letras Universidade Federal do Mato Grosso o Sul – Campus de Três Lagoas, Graduada em Comunicação Social pela Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS). É professora permanente no Programa de Pós-Graduação em Comunicação – Mestrado, na UFMA. Coordena o Grupo de Pesquisa em Comunicação em Cibercultura (GCiber) e integra o Grupo de Pesquisa em Ciberjornalismo, numa parceria entre a UFMA e a UFMS.

  • Lucas Santiago Arraes Reino, UFMA
    Professor do Mestrado em Comunicação no programa da UFMA de Imperatriz. Doutor em Comunicação pela PUC-RS. Mestre em Ciência da Informação pela UNB.

Published

2020-04-16

Issue

Section

Artigos Livres

How to Cite

O QUE MUDA E O QUE PERMANECE NA ESTRUTURA DOS TÍTULOS DE JORNAIS NA INTERNET?. (2020). Comunicologia, 12(2), 105-122. https://doi.org/10.31501/comunicologia.v12i2.10844