O contemporâneo em Besta Fera, de Jards Macalé: o tempo, o assombro e o possível

Autores

DOI:

https://doi.org/10.31501/clogia.v15i3.12267

Palavras-chave:

Educação Física, Brinquedoteca, Autismo Infantil. Physical Education and Training, Toy library, Autistic Disorder..

Resumo

O trabalho busca analisar o último disco do cantor e compositor Jards Macalé a partir, principalmente, da perspectiva do contemporâneo, proposta pelo filósofo italiano Giorgio Agamben. Para compreender as relações que atravessam o disco, pretende-se dialogar também com reflexões teóricas propostas por autores como Michel Foucault, Márcio Seligman entre outros. A partir desses entrecruzamentos, compreender como questões da temporalidade estão presentes no disco, fundamentalmente as potencialidades estéticas em torno do tempo, do assombro e do possível.

Biografia do Autor

  • Thiago Henrique Fernandes Leão Gomes, Universidade Federal de Ouro Preto
    Mestrando em Comunicação no Instituto de Ciências Sociais Aplicadas da Universidade Federal de Ouro Preto
  • Cláudio Rodrigues Coração, Professor do doutor do programa de pós graduação em comunicação da Universidade Federal de Ouro Preto
    Professor do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e do curso de Jornalismo da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP). Doutor em Comunicação: meios e processos audiovisuais pela ECA/USP. Coordenador do Grupo de Pesquisa 'Quintais: cultura da mídia, arte e política' (CNPq-UFOP).

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Publicado

2025-12-11

Edição

Seção

Artigos Livres

Como Citar

O contemporâneo em Besta Fera, de Jards Macalé: o tempo, o assombro e o possível. (2025). Comunicologia, 15(3). https://doi.org/10.31501/clogia.v15i3.12267