Eugenia imaginária e imagens de corpos: o sensível fascista de capa de revista

Autores

  • Frederico Antonio Cordeiro Feitoza Universidade Católica de Brasília image/svg+xml

DOI:

https://doi.org/10.31501/comunicologia.v7i2.5660

Resumo

A seguir realizamos uma investigação da imagem midiatizada do corpo humano para entender como é possível satisfazermos, ainda, fantasias eugênicas que remontam ao projeto estético da modernidade. Por meio da análise de capas de revistas voltadas para boa forma e bem estar observaremos como se torna viável ao fascismo, enquanto uma sensibilidade estética, descolar-se de sua antiga forma institucionalizada para ajustar-se, insuspeitamente, à discursividade biopolítica contemporânea.

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Publicado

2015-03-06

Edição

Seção

Artigos Livres

Como Citar

Eugenia imaginária e imagens de corpos: o sensível fascista de capa de revista. (2015). Comunicologia, 7(2), 294-310. https://doi.org/10.31501/comunicologia.v7i2.5660