A comunicação nas metafísicas canibais e no perspectivismo ameríndio

Autores

  • Samir Gid Rolim de Moura Moreira Universidade Federal do Paraná image/svg+xml

DOI:

https://doi.org/10.31501/clogia.v17i1.15362

Resumo

Esta é uma leitura enviesada para a comunicação de Metafísicas Canibais: elementos para uma antropologia pós-estrutural, obra na qual Eduardo Viveiros de Castro pensa a volta da filosofia (ameríndia) ao centro do palco antropológico. Nela, o autor relê as Mitológicas de Claude Lévi-Strauss através de Gilles Deleuze e Félix Guattari, de modo que neste artigo analisa-se, principalmente, esta filosofia de imanência e virtualidade através destes filósofos, mas também das influências de Roy Wagner, Gregory Bateson e Henri Bergson. O objetivo é dar forma à comunicação ontológica nos momentos de aberrância e de encontro violento com o signo, fundamentais para entender sua antropologia transversal e as suas críticas às filosofias da comunicação transcendentes, sempre um risco interpretativo do perspectivismo ameríndio.

Biografia do Autor

  • Samir Gid Rolim de Moura Moreira, Universidade Federal do Paraná

    Mestre em Comunicação na linha de pesquisa Comunicação e Formações Socioculturais na Universidade Federal do Paraná (UFPR), com bolsa da CAPES; Pós-graduado em Antropologia Cultural na Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR); e bacharel em Publicidade e Propaganda (PUCPR). Membro do NEFICS - Núcleo de Estudos em Ficção Seriada (UFPR/CNPq). Pesquisa Comunicação e Cinema, Epistemologia da Comunicação, Filosofia da Comunicação e interfaces entre Comunicação e Antropologia. Atualmente se dedica ao tema da Antropofagia e de cinemas e comunicações indígenas. É também escritor e realizador audiovisual.

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Publicado

2025-12-11

Edição

Seção

Artigos Livres

Como Citar

A comunicação nas metafísicas canibais e no perspectivismo ameríndio. (2025). Comunicologia, 17(1). https://doi.org/10.31501/clogia.v17i1.15362