EDUCAÇÃO EM TEMPOS DE PANDEMIA: ENSINO REMOTO E A PRECARIZAÇÃO DO TRABALHO DOCENTE NO BRASIL

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.31501/comunicologia.v14i1.12853

Palabras clave:

Economia comportamental, Vieses, Mediação, Conciliação

Resumen

O objetivo do artigo é elaborar uma reflexão teórica sobre educação em tempos de pandemia, fazendo uma triangulação de debate entre as especificidades do ensino remoto emergencial, o aumento da precarização do trabalho docente no contexto pandêmico e a necessidade de implementar uma gestão democrática nas instituições de ensino, principalmente em tempos de excepcionalidade educacional. A metodologia partiu de uma análise bibliográfica e documental, sendo que os resultados indicaram novas reconfigurações da precarização docente, com aspectos de youtuberização e uberização da profissão durante a pandemia, onde a gestão democrática se coloca como uma opção que conseguiria fomentar uma educação mais justa e igualitária, diminuindo as desigualdades sociais impostas pelo momento, atingindo níveis mais elevados de qualidade e eficiência no processo de ensino e aprendizagem, abarcando toda a comunidade escolar.

 

Biografía del autor/a

  • Maiara Raquel Campos Leal, Universidade Federal de Goiás/Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Comunicação
    Bacharela em Ciências Sociais com Habilitação em Políticas Públicas (UFG). Mestra em Sociologia pela UFG. Doutoranda em Comunicação pela UFG.
  • Guilherme de Freitas Leal, Universidade Federal de Goiás/Doutorando pelo Programa de Pós-Graduação em Filosofia

    Bacharel em Filosofia pela UFG

    Licenciatura em Filosofia pelo Claretiano Centro Universitário

    Mestrado em Filosofia pelo PPG-Filosofia da UFG

    Doutorando em Filosofia pelo PPG-Filosofia da UFG

Publicado

2026-01-12

Número

Sección

Dossiê: "Novas perspectivas teóricas sobre cultura, tecnologia e educação

Cómo citar

EDUCAÇÃO EM TEMPOS DE PANDEMIA: ENSINO REMOTO E A PRECARIZAÇÃO DO TRABALHO DOCENTE NO BRASIL. (2026). Comunicologia, 14(1), 122-139. https://doi.org/10.31501/comunicologia.v14i1.12853