REVOLUÇÃO SEGUNDO HANNAH ARENDT:

limites de um pensamento

Autores

  • Giselle Karolina Gomes Freitas Ibiapina Faculdade CET - Teresina, Piauí, Brasil
  • Geloesse Gomes Correia Freitas Faculdade CET - Teresina, Piauí, Brasil
  • Gustavo Menon Docente na Universidade Católica de Brasília (UCB) e na Universidade de São Paulo (USP). http://orcid.org/0000-0003-1057-027X

Resumo

O presente trabalho tem como objetivo expor o pensamento da filósofa Hannah Arendt sobre a Revolução e a Constitutio Libertatis. É importante esclarecer que a pesquisa foi desenvolvida com base no posicionamento da autora em sua obra "Sobre a Revolução", nas abordagens do texto "Da Violência" e no famoso ensaio "As Origens do Totalitarismo". A partir dessa análise, compreende-se que, na visão de Arendt, a revolução é um fenômeno restrito a certas concepções coloniais, uma vez que a autora se posiciona através de um discurso de caráter colonial e racista da política, em um contexto de levantes e lutas no Terceiro Mundo por emancipação nacional na segunda metade do século XX.

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Biografia do Autor

Giselle Karolina Gomes Freitas Ibiapina, Faculdade CET - Teresina, Piauí, Brasil

Mestre em Direito pela Universidade Católica de Brasília (UCB). Especialista em Direito Processual pela Universidade Estadual do Piauí. Especialista em Docência do Ensino Superior – Um Processo Evolutivo (Faculdade CET). Graduada em Direito pela Universidade Estadual do Piauí. Assessora Judiciária. do Tribunal de Justiça do Estado do Piauí. Professora de Direito Constitucional, Direito Administrativo, Direito Processual Constitucional e Direito do Consumidor da Faculdade de Tecnologia de Teresina (CET/PI). Email: giselle.f.ibiapina@gmail.com. CV: http://lattes.cnpq.br/4928110234711759. Orcid: 0000-0001-7518-7453.

Geloesse Gomes Correia Freitas, Faculdade CET - Teresina, Piauí, Brasil

Advogada. Professora na Faculdade CET – Teresina, Piauí. Coordenadora dos Cursos de Pós-Graduação na Faculdade CET. Possui graduação em Direito pela Universidade Federal do Piauí, graduação em Licenciatura Plena em Letras/Português pela Universidade Federal do Piauí, (1985),especialização em língua portuguesa, pela a Universidade Federal do Piauí, e Mestrado em Direito pela Universidade Federal do Ceará, Atualmente exerce a função de Coordenadora de Pós Graduação Pesquisa e Extensão, da Faculdade de Tecnologia de Teresina, é professora de Direito Administrativo, Introdução ao Estudo do Direito, Ciência Política e Direito Constitucional.

Gustavo Menon, Docente na Universidade Católica de Brasília (UCB) e na Universidade de São Paulo (USP).

Doutor pelo Programa de Pós-Graduação em Integração da América Latina na Universidade de São Paulo - PROLAM/USP. Realizou o pós-doutorado em Direitos Humanos na Universidade de Salamanca (USAL - Espanha). Graduado e Mestre em Ciências Sociais na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - PUC-SP. Pesquisador do Núcleo de Estudos de Ideologias e Lutas Sociais (NEILS/PUC-SP) e no Grupo de Trabalho "China e o Mapa do Poder Mundial", do Conselho Latino-americano de Ciências Sociais - CLACSO, Argentina. Docente no PROLAM-USP e na Universidade Católica de Brasília (UCB).

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Publicado

2024-09-09

Edição

Seção

Artigos