A RELAÇÃO DOS EUA COM O MUNDO DOI: http://dx.doi.org/10.18838/2318-8529/rdiet.v2n1p105-136

Autores

  • Leila Bijos UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA

DOI:

https://doi.org/10.18838/2318-8529/rdiet.v2n1p105-136

Resumo

A análise que se apresenta delineia o relacionamento dos Estados Unidos da América com o resto do mundo, seus pilares democráticos e a defesa dos princípios nobres da paz e da liberdade. O engajamento na Primeira e Segunda Guerras Mundiais, pressupunham converter Estados totalitários em nações pacíficas democráticas, coibindo a política da força. O comportamento isolacionista norte-americano converteu-se em luta ferrenha pela liberdade dos homens, em proeminência política internacional, em contraposição com a orientação governamental marxista-leninista da União Soviética. Os embates da Segunda Guerra Mundial são retratados apresentando um panorama de alianças, de dissuasão, em prol de uma paz duradoura. Com o advento da era nuclear, os Estados Unidos tornaram-se uma ameaça para a União Soviética, acirrando-se as divergências e dando início à Guerra Fria. As ofensivas internacionalistas perpassam pela ascensão da China, pelo conflito entre a Coréia do Sul e Coréia do Norte, pelo progresso científico e tecnológico do Japão. A estabilidade geopolítica da Ásia vê-se constantemente abalada pelas disputas lindeiras entre Índia e Paquistão, pelo sonho da Formosa em obter sua independência, pelos temores de uma Índia que detém a energia nuclear, pelo secular conflito entre Palestina e Israel, e o novo papel do Irã, país que pode ser a referência política do Oriente Médio. Os mecanismos de integração entre a União Européia e a América Latina abrangem questões da atualidade regional, que estão alicerçadas no grau de comércio e nos acordos firmados no âmbito do processo de integração do Cone Sul.

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Publicado

2012-12-09

Edição

Seção

Artigos