JUSTIÇA DE TRANSIÇÃO E ESTADO DE DIREITO: UMA ANÁLISE DOS PARÂMETROS RECOMENDADOS PELA ONU E O CASO BRASILEIRO

Autores

  • Adriano Portella de Amorim Centro Universitário de Brasília (UniCeub). Faculdades Integradas Icesp de Brasília.

DOI:

https://doi.org/10.31501/repats.v5i2.9036

Resumo

As noções de justiça, embora permeadas por certa dose de abstração, formam o que se espera de uma organização social fundamentada no modelo de Estado de Direito, isto é, a submissão de todos às normas jurídicas. Ocorre que a modulação dessa ideia de justiça não é uniforme e depende das experiências e escolhas de cada sociedade. Essa perspectiva tem sua complexidade ampliada quando os critérios de justiça são aplicados em modelos que transitam da excepcionalidade à normalidade democrática, na arquitetura da justiça de transição. O presente artigo tem a finalidade de analisar as recomendações feitas pela Organização das Nações Unidas para essa temática, estabelecendo-se correlações com a realidade brasileira.

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Biografia do Autor

Adriano Portella de Amorim, Centro Universitário de Brasília (UniCeub). Faculdades Integradas Icesp de Brasília.

Titulação pelo Centro Universitário de Brasília (UniCeub), Brasília, Distrito Federal: (i) Doutorando em Direito; (ii) Mestre em Direito; e (iii) Especialista em Direito Processual Civil.

Professor das seguintes disciplinas nas Faculdades Integradas Icesp-Promove de Brasília: Hermenêutica e Ciência Política e Teoria Geral do Estado.

Grupos de Pesquisa: Lei e Sociedade, do Uniceub (membro); e Direitos Fundamentais e Políticas Públicas, Icesp (líder).

 

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Publicado

2019-02-27

Edição

Seção

Artigos