A vanguarda do feio bem expresso: Segall, Mário e Anita.
Palabras clave:
Comunicação organizacional, Pantanal, Jornalismo, Educação, SustentabilidadeResumen
O artigo pretende mostrar o que Anita Malfatti, Lasar Segall e Mário de Andrade têm em comum a partir da análise em torno do feio bem expresso. O ponto de partida é o primeiro romance de Mário de Andrade escrito pouco depois da Semana de 22. É possível ver influências da pintora paulistana e do artista imigrante lituano na obra de um escritor modernista em sua juventude em São Paulo? O idílio Amar, verbo intransitivo possui algo especial em sua a narrativa: a descrição da personagem principal, ao evocar a pintura, a escultura e os efeitos da música, delineia um quadro a apontar a aceitabilidade daquilo que vamos chamar de o feio bem expresso. Nessa interação entre as linguagens, a pictórica, a musical e a literária, revela-se não só um trânsito entre as artes, mas o questionamento em torno do mimético, fundamentado através de analogias. Essas comparações nos darão pistas da percepção como o amálgama sobre a qual se sedimentam o problema da imitação na arte. Tal recepção ganha destaque quando é a o público o seu termômetro. Dessa forma: a plateia, o ouvinte, o leitor e o espectador aumentam as chances de entendermos os rumos modernistas de Mário de Andrade.Descargas
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Publicado
2017-12-19
Número
Sección
Artigos