O ômega-3 e os distúrbios psiquiátricos: uma revisão informativa.

Autores/as

Resumen

Já houve estudos que buscaram a relação do uso do ômega-3 e a melhora de alguns transtornos de humor, com destaque para o transtorno depressivo maior. A partir de 2013, após novas pesquisas, novamente se pensa no uso deste ácido graxo como um adjuvante da terapia clássica apresentando resultados satisfatórios. Considerando que o ômega-3 age em fenda sináptica de forma similar à serotonina, este adjuvante pode ser considerado como antidepressivo. O ômega-3 tem três principais formas biológicas, ácido eicosapentaenóico (EPA), ácido docosahexaenóico (DHA) e ácido docosapentaenóico (DPA), sendo as duas primeiras as mais ativas. Ainda é necessário conduzir pesquisas que separem resultados de acordo com a forma ativa do ácido graxo e também em maiores escalas.

Biografía del autor/a

  • Sarah Hasimyan Ferreira, Universidad Católica de Brasilia
    Graduando do curso de Medicina
  • Henrique Freitas Araújo, Universidad Católica de Brasilia
    Graduando do curso de Medicina
  • Brenda Battestin, Universidad Católica de Brasilia
    Graduando do curso de Medicina
  • Felipe Veríssimo Alves da Rocha, Universidad Católica de Brasilia
    Graduando do curso de Medicina
  • Ícaro Pinto Silva, Universidad Católica de Brasilia
    Graduando do curso de Medicina
  • Priscilla Meira Lima, Universidad Católica de Brasilia
    Graduando do curso de Medicina
  • Daniele Oliveira Ferreira da Silva, Universidad Católica de Brasilia
    Docente, médica, do curso de Medicina
  • Ulysses Rodrigues de Castro, Universidad Católica de Brasilia
    Docente, médico, do curso de Medicina

Publicado

2016-05-15

Cómo citar

O ômega-3 e os distúrbios psiquiátricos: uma revisão informativa. (2016). Revista De Medicina E Saúde De Brasília, 5(1). https://portalrevistas.ucb.br/index.php/rmsbr/article/view/6521