O nome das ondas do Eletrocardiograma

Autores

  • Daniele Andrade Reckziegel Universidade Católica de Brasília image/svg+xml
  • Luann Laykon Lobo Ferreira Universidade Católica de Brasília image/svg+xml
  • Luciana Cortes de Oliveira Lima Universidade Católica de Brasília image/svg+xml
  • Juliana Rodrigues Beal Universidade Católica de Brasília image/svg+xml
  • Mariana Carneiro Figueiredo Universidade Católica de Brasília image/svg+xml
  • Caroline Ivone Fontana Formigari Universidade Católica de Brasília image/svg+xml
  • Osvaldo Sampaio Netto Universidade Católica de Brasília image/svg+xml

Resumo

O Eletrocardiograma (ECG) é um dos instrumentos mais comumente usados para diagnóstico na medicina, e a razão da nomenclatura de suas ondas geralmente não é conhecida. O primeiro ECG humano, gravado por Waller em 1887 através do Eletrômetro de Lippmann, revelou apenas duas deflexões que foram denominadas V1 e V2, indicando eventos ventriculares (despolarização e repolarização). Einthoven inicialmente ao conseguir registrar a excitação atrial através de um Eletrômetro de Lippmann refinado obteve quatro ondas que nomeou de ABCD. Após melhora da aquisição e correções matemáticas obteve um novo traçado do eletrocardiograma e resolveu utilizar as letras PQRS, de forma semelhante a Descartes a rotular sucessivos pontos em uma curva e reconhecer que poderia ser descoberto novas ondas, como de fato, ocorreu com a descoberta da onda U.

Biografia do Autor

  • Daniele Andrade Reckziegel, Universidade Católica de Brasília
  • Luann Laykon Lobo Ferreira, Universidade Católica de Brasília
  • Luciana Cortes de Oliveira Lima, Universidade Católica de Brasília
  • Juliana Rodrigues Beal, Universidade Católica de Brasília
  • Mariana Carneiro Figueiredo, Universidade Católica de Brasília
  • Caroline Ivone Fontana Formigari, Universidade Católica de Brasília
  • Osvaldo Sampaio Netto, Universidade Católica de Brasília

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Publicado

2012-08-11

Como Citar

O nome das ondas do Eletrocardiograma. (2012). Revista De Medicina E Saúde De Brasília, 1(2). https://portalrevistas.ucb.br/index.php/rmsbr/article/view/3329