O PATRIMONIALISMO RENITENTE DIANTE DE MAX WEBER E RAYMUNDO FAORO: QUE LIBERALISMO É POSSÍVEL?

Autores

  • João Paulo Ocke de Freitas Universidade Federal do Rio Grande do Norte - Bolsista do Mestrado no Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (CAPES)

DOI:

https://doi.org/10.31501/rvmd.v12i1%20Jan/Jun.7223

Resumo

Este artigo problematiza a tese de que o bom funcionamento das instituições jurídicas e políticas é determinante para o crescimento econômico e o desenvolvimento social. Para tanto, o artigo recupera o pensamento de Weber e Faoro para considerar que as práticas patrimonialistas são decorrentes do mau funcionamento do aparato burocrático racional-legal e, ao mesmo tempo, são um efeito da degradação dessas instituições. Conclui-se que o ethos capitalista, ao enfrentar as complexidades da ação política numa democracia de massas, reúne condições para incrementar os recursos, as estruturas e as organizações que possibilitem um combate eficaz ao patrimonialismo renitente na formação social do Brasil. Disso decorre que o Liberalismo que pode advir do aprimoramento das instituições jurídico-políticas não é incompatível com a obtenção de bons índices de justiça social e de desenvolvimento econômico.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

João Paulo Ocke de Freitas, Universidade Federal do Rio Grande do Norte - Bolsista do Mestrado no Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (CAPES)

Mestrando na UFRN em Ciências Sociais; pós-graduando na ESMAT - 13ª Região em Direito Material e Processual do Trabalho; graduado na UFPR em Ciências Sociais e Direito; pós-graduado na UNIBRASIL/ABDConst-PR em Teoria Geral do Direito e em Direito Empresarial e Civil; advogado.

Downloads

Publicado

2019-07-12

Edição

Seção

Artigos