LICITAÇÕES INTERNACIONAIS E REGRAS DE IMUNIDADE DOI: http://dx.doi.org/10.18840/1980-8860/rvmd.v7n2p83-119

Authors

  • Daniel Francisco Nagao Menezes Mackenzie Presbyterian University image/svg+xml
  • Luis Renato Vedovato Universidade Estadual de Campinas

DOI:

https://doi.org/10.31501/rvmd.v7i2.4139

Abstract

O texto desenvolve tema relativo a compras governamentais fazendo a correlação com imunidade de jurisdição do Estado perante tribunal estrangeiro, tanto no conhecimento quanto na execução. Os fatos que desencadearam a relativização da imunidade de soberania servem para entender a gradual adequação de sua regulação às características do direito internacional público, principalmente o consenso e a descentralização, através da divisão entre atos de império e de gestão, o que pode ser tido como conseqüência do crescimento da importância da atuação do Estado como agente incentivador da economia, ao realizar compras governamentais. Em comparação com outros ordenamentos jurídicos, que começaram a transição no final do século XIX, o brasileiro passou por um retardo, que teve a transição iniciada apenas após a Constituição de 1988. Essa pode ser tida como a desencadeadora da aplicação no país da teoria temperada, pois criou as condições para que se adotassem as novas normas costumeiras internacionais sobre o tema. Além disso, o Brasil, ainda caminha a passos curtos para a sua integração aos sistemas internacional e regional de compras governamentais, apesar de já haver adequação de suas normas internas ao direito internacional.

Author Biographies

  • Daniel Francisco Nagao Menezes, Mackenzie Presbyterian University
    Possui graduação em Direito pela PUC-Campinas, Mestrado em Direito Político e Econômico pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Atualmente é doutorando em Direito Político e Econômico pelo Mackenzie. Professor Universitário do Mackenzie e da FACAMP
  • Luis Renato Vedovato, Universidade Estadual de Campinas
    Graduado (1995), mestre (2002) e doutor (2012) em Direito Internacional pela Faculdade de Direito da USP. Atualmente é professor da UNICAMP, da FACAMP (Faculdades de Campinas); e da PUC de Campinas.

Published

2014-04-30

Issue

Section

Artigos