NÍVEL DE ATIVIDADE FÍSICA DE ACADÊMICOS DE EDUCAÇÃO FÍSICA À DISTÂNCIA DE UMA UNIVERSIDADE PÚBLICA - DOI: http://dx.doi.org/10.18511/0103-1716/rbcm.v23n2p40-50

Leandro Martinez Vargas, Paulo Eduardo Redkva, José Roberto Herrera Cantorani, Marcus William Hauser, Gustavo Luis Gutierrez

Resumo


Este estudo teve por objetivo verificar a prevalência e fatores associados a prática de atividade física (AF) em níveis abaixo do recomendado (<150 min/sem) em acadêmicos de Educação Física de uma universidade pública no estado do Paraná, Brasil. Participaram no inquérito 189 alunos de ambos os gêneros. A AF foi avaliada considerando o tempo das seções lazer e meio de transporte do Questionário Internacional de Atividade Física, versão longa. Fatores comportamentais foram levantados através do questionário “Estilo de Vida Fantástico" e variáveis demográficas e socioeconômicas seguindo critérios da ABEP. O teste qui-quadrado e de regressão logística binária foram utilizados para examinar as associações entre o desfecho e as variáveis independentes, considerando p?0,05. Dos alunos, 79,5% foram classificados com níveis de AF abaixo do recomendado. Os resultados da análise ajustada indicaram que os alunos casados ou em união estável (OR: 2,727, IC95%: 1.08-6,91), que não relaxam e aproveitam o tempo de lazer (OR: 0,44, IC95%: 0,20 -0,98) e que não estavam satisfeitos com sua saúde (OR: 0,34, IC95%: 0,14-0,81) possuem maiores riscos de apresentarem baixos níveis de atividade física. Recomenda-se que a instituição investigada promova ações que estimulem os alunos de Educação Física, especialmente aqueles em risco, para alcançarem os níveis recomendados de atividade física, tendo em vista que se tornaram profissionais promotores da atividade física e bons hábitos de saúde.

Palavras-chave


Atividade Física; Aspectos socioeconómicos; Universitários, Estilo de Vida.

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DOI: http://dx.doi.org/10.18511/rbcm.v23i2.5036

R. Bras. Ci. e Mov./ Brazilian Journal of Science and Movement