Aptidão aeróbia e tipo de recuperação influenciam a frequência cardíaca pós-exercício em mulheres jovens
DOI:
https://doi.org/10.31501/rbcm.v27i2.9864Palavras-chave:
Linguagem visual, Fotografia, Marketing digital, ONG, Redes sociaisResumo
O presente estudo teve como objetivo analisar a influência da aptidão aeróbia e recuperação
ativa na redução da frequência cardíaca (FC) após o exercício máximo (teste incremental máximo) em
mulheres jovens não treinadas. Foram avaliadas dezessete mulheres jovens (23,88 ± 4,85 anos), divididas
pela mediana do consumo pico de oxigênio (30,80 mL∙kg-1∙min-1), em maior ou menor aptidão aeróbia
obtida durante um teste incremental máximo. A recuperação pós-exercício foi realizada de forma ativa e
passiva, em dois dias experimentais randomizados e não consecutivos. Foi observado que, a FC foi menor
no grupo de maior aptidão aeróbia no 6º min após a recuperação passiva e do 6º ao 10º min após a
recuperação ativa, além disso, os valores do percentual de redução da FC foram maiores no grupo de
maior aptidão aeróbia do 6º ao 10º min e no 6º min após a recuperação passiva e ativa, respectivamente.
Após a recuperação ativa, a FC no 8º e 9º min e o percentual de redução da FC do 8º ao 10º min foram
menores e maiores, respectivamente (p <0,05) do que após a recuperação passiva no grupo com menor
aptidão aeróbia. Em suma, a aptidão aeróbia influenciou na redução da FC pós-exercício máximo em
mulheres jovens não treinadas, principalmente após a recuperação passiva. Além disso, a recuperação
ativa auxiliou na redução da FC no grupo com menor aptidão aeróbia.