Aptidão aeróbia e tipo de recuperação influenciam a frequência cardíaca pós-exercício em mulheres jovens

Autores

  • Gabriel Kolesny Tricot Federal University of Mato Grosso (UFMT), Cuiabá-MT, Brazil.
  • Jaqueline Alves de Araújo Federal University of Mato Grosso (UFMT), Cuiabá-MT, Brazil.
  • Fabiula Isoton Novelli Federal University of Mato Grosso (UFMT), Cuiabá-MT, Brazil.
  • Gisela Arsa Federal University of Mato Grosso (UFMT), Cuiabá-MT, Brazil.
  • Lucieli Teresa Cambri Federal University of Mato Grosso (UFMT), Cuiabá-MT, Brazil.

DOI:

https://doi.org/10.31501/rbcm.v27i2.9864

Palavras-chave:

Linguagem visual, Fotografia, Marketing digital, ONG, Redes sociais

Resumo

O presente estudo teve como objetivo analisar a influência da aptidão aeróbia e recuperação
ativa na redução da frequência cardíaca (FC) após o exercício máximo (teste incremental máximo) em
mulheres jovens não treinadas. Foram avaliadas dezessete mulheres jovens (23,88 ± 4,85 anos), divididas
pela mediana do consumo pico de oxigênio (30,80 mL∙kg-1∙min-1), em maior ou menor aptidão aeróbia
obtida durante um teste incremental máximo. A recuperação pós-exercício foi realizada de forma ativa e
passiva, em dois dias experimentais randomizados e não consecutivos. Foi observado que, a FC foi menor
no grupo de maior aptidão aeróbia no 6º min após a recuperação passiva e do 6º ao 10º min após a
recuperação ativa, além disso, os valores do percentual de redução da FC foram maiores no grupo de
maior aptidão aeróbia do 6º ao 10º min e no 6º min após a recuperação passiva e ativa, respectivamente.
Após a recuperação ativa, a FC no 8º e 9º min e o percentual de redução da FC do 8º ao 10º min foram
menores e maiores, respectivamente (p <0,05) do que após a recuperação passiva no grupo com menor
aptidão aeróbia. Em suma, a aptidão aeróbia influenciou na redução da FC pós-exercício máximo em
mulheres jovens não treinadas, principalmente após a recuperação passiva. Além disso, a recuperação
ativa auxiliou na redução da FC no grupo com menor aptidão aeróbia.

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Biografia do Autor

Gabriel Kolesny Tricot, Federal University of Mato Grosso (UFMT), Cuiabá-MT, Brazil.

Possui graduação em Educação Física pela Universidade Federal de Mato Grosso (2017). Atualmente é aluno de mestrado em Educação Física no Programa de Pós-Graduação em Educação Física, na linha de pesquisa Atividade e Saúde, pela Universidade Federal de Mato Grosso.

Jaqueline Alves de Araújo, Federal University of Mato Grosso (UFMT), Cuiabá-MT, Brazil.

Possui graduação em Educação Física pela Universidade Federal de Mato Grosso (2017). Atualmente é mestranda no Programa de Pós Graduação em Educação Física, na linha de pesquisa "Ajustes e Adaptações Metabólicas e Fisiológicas ao Exercício e a Dieta" da Universidade Federal de Mato Grosso.

Fabiula Isoton Novelli, Federal University of Mato Grosso (UFMT), Cuiabá-MT, Brazil.

Possui graduação em Educação Física pela Universidade Federal de Mato Grosso (2017). Atualmente é mestranda no Programa de Pós Graduação em Educação Física (bolsista CAPES), na linha de pesquisa "Atividade Física e Saúde" da Universidade Federal de Mato Grosso.

Gisela Arsa, Federal University of Mato Grosso (UFMT), Cuiabá-MT, Brazil.

Possui título de Doutorado em Educação Física, na área de concentração "Atividade Física e Saúde" obtido na Universidade Católica de Brasília (DF), sob orientação do Dr. Herbert Gustavo Simões, atuando na linha de pesquisa de "exercício físico e diabetes tipo 2". Como parte da formação é graduada em Educação Física (licenciatura plena) pela Universidade de Mogi das Cruzes (SP). Tem experiência em prescrição e acompanhamento de exercícios físicos para populações especiais. Atualmente é professora da Universidade Federal de Mato Grosso, pertencendo ao Departamento de Educação Física, ministrando aulas no curso de graduação em Educação Física, bem como faz parte do corpo docente do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu de Educação Física, atuando nas linhas de "Atividade Física e Saúde" e "Ajustes e adaptações metabólicas e fisiológicas ao exercício físico e a dieta".

Lucieli Teresa Cambri, Federal University of Mato Grosso (UFMT), Cuiabá-MT, Brazil.

Doutora pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - UNESP (2011), com período sanduíche na Universidade do Porto/Portugal (2010). Mestre em Ciências do Movimento Humano pela Universidade do Estado de Santa Catarina - UDESC (2007). Especialista em Ciências do Movimento Humano (2004) e Graduada em Educação Física (2003) pela Universidade Federal de Santa Maria - UFSM. Atualmente é docente Adjunta III da Faculdade de Educação Física, do PPG de Educação Física e do PPG em Nutrição, Alimentos e Metabolismo da Universidade Federal de Mato Grosso - UFMT. É líder do grupo de pesquisa "Grupo de estudo e pesquisa das adaptações cardiometabólicas ao exercício físico - GEPACEF, vinculado a UFMT. Já foi membro de órgãos colegiado de graduação e Pós-graduação, do Comitê de Ética em Pesquisa. É revisora de periódicos nacionais e internacionais. Tem trabalhos apresentados em congressos, no Chile (2009), Estados Unidos (2010 a 2016, 2018), Turquia (2010), Argentina (2011), Inglaterra (2011) e Holanda (2014). Tem experiência na área de Fisiologia Endócrino-Metabólica e Exercício, atuando principalmente com os temas: exercício físico, obesidade, diabetes mellitus, síndrome metabólica, pressão arterial, desnutrição, capacidade aeróbia, metabolismo, variabilidade da frequência cardíaca, recuperação da frequência cardíaca. Possui projetos financiados por agências de fomento à pesquisa (CNPq, FAPEMAT e PROPeq/UFMT), extensão (UFMT/PROCEV/CODEX), pesquisador internacional visitante (SECRI/UFMT), assim como, já recebeu auxílio à participação (CNPq, CAPES e PROPeq/UFMT) e organização de eventos científicos (FAPEMAT). Coordenadora do I Congresso de Obesidade, Doenças Metabólicas e Exercício Físico - CODMEF.

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Publicado

2019-06-12

Edição

Seção

Artigo Original