Economia criativa como instrumento diplomático nas relações internacionais e política externa brasileira
DOI:
https://doi.org/10.31501/ci.v5i1.15430Resumen
O presente artigo analisa a economia criativa como instrumento diplomático nas relações internacionais e política externa brasileira. A economia criativa ganhou foco devido a um potencial especial de geração de crescimento econômico nos setores que geram valor na criatividade, especialmente com a ascensão da importância das
atividades baseadas em conhecimento. Além disso, a consolidação do papel da economia criativa na abordagem da desigualdade de gênero a nível nacional e internacional tem se tornado uma pauta prioritária, bem como, nas indústrias criativas, em especial no que diz respeito a salários. Ademais, a análise ressalta a inserção das indústrias criativas e diplomacia cultural nos projetos pautados no Ministério das Relações Exteriores permitindo que temas de assuntos políticos e econômicos se conectem entre si, criando fundamentos tangíveis, intangíveis e cooperações mútuas entre nações. Nesse sentido, a criatividade e a cultura tendem a se expandir nas políticas abordadas pelo Itamaraty e gerando maior possibilidades de internacionalização de corporações.



