Intenção, Usos do Tráfico e Boa-Fé: o recente ataque formalista ao contextualismo na interpretação contratual DOI: http://dx.doi.org/10.18836/2178-0587/ealr.v4n1p1-20
DOI:
https://doi.org/10.18836/2178-0587/ealr.v4n1p1-20Palavras-chave:
Corpo, estereótipo, imagem corporal, obesoResumo
O contextualismo predomina na interpretação contratual brasileira devido à prevalência da vontade sobre o sentido literal (Código Civil, art. 112) e à interpretação e integração baseadas nos usos do tráfico e na boa-fé. Kraus e Scott (2009) acusam o contextualismo de violar a autonomia das partes e provocar ineficiências. Os limites desse argumento são apresentados considerando-se a função sinalizadora da forma, isto é, o cuidado especial com a forma é capaz de expressar a desconfiança de uma das partes em relação à outra.
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