A Economia das Doenças Raras: incentivos e regulação DOI: http://dx.doi.org/10.18836/2178-0587/ealr.v5n1p69-98

Autores

  • Giacomo Balbinotto Neto UFRGS
  • Ramon Wiest UFRGS - FCE
  • Franciele Cipriani PPGF/UFRGS

DOI:

https://doi.org/10.18836/2178-0587/ealr.v5n1p69-98

Palavras-chave:

Atividade física. Saúde. Vale do Sinos.

Resumo

O objetivo deste artigo é realizar uma revisão teórica e empírica da economia das doenças raras e das drogas órfãs bem como analisar as implicações e o impacto na saúde pública. Pretende-se identificar a magnitude do problema, sua importância atual e descrever os principais instrumentos regulatórios destinados a este mercado. As doenças raras apresentam baixa prevalência em uma determinada população, sendo em geral degenerativas, cronicamente debilitantes, necessitam de tratamento contínuo, afetam capacidades físicas, mentais, sensoriais e comportamentais do paciente. Drogas órfãs são medicamentos usados para o diagnóstico, prevenção e tratamento de doenças raras. A raridade destas doenças gera dificuldades para a comprovação da eficácia clínica de medicamentos desenvolvidos para tratá-las. Serão apresentados os sistemas de regulação dos Estados Unidos e da União Europeia e sua influência sobre o desenvolvimento de medicamentos órfãos. Concluiu-se que os mecanismos regulatórios são capazes de estimular o desenvolvimento de drogas órfãs.

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Biografia do Autor

Giacomo Balbinotto Neto, UFRGS

Giácomo Balbinotto Neto

Giácomo Balbinotto Neto - possui graduação em Ciências Econômicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1985), Mestrado em Economia pelo Instituto de Estudos e Pesquisas Econômicas (IEPE, 1990) e doutorado em Economia pela Universidade de São Paulo (2000). Atualmente é professor adjunto da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) junto ao Programa de Pós-Graduação em Economia (PPGE).

Ramon Wiest, UFRGS - FCE

Economista

Franciele Cipriani, PPGF/UFRGS

Mestre em Farmácia/UFRGS

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Publicado

2014-08-03