A Análise Econômica da Lei do Microempreendedor Individual Para Além do Direito: A Política

Autores

DOI:

https://doi.org/10.31501/ealr.v9i2.8382

Palavras-chave:

Fisioterapia, Força muscular, Dor, Fibromialgia.

Resumo

O Brasil tem características muito peculiares no que concerne à diversificação jurídica que envolve as atividades econômicas, dentre formais e informais. Após a Constituição Federal de 1988 e a orientação da OCDE em 2006, houve um grande salto de inclusão de várias atividades econômicas que saíram da informalidade e alcançaram espaço público de reconhecimento econômico. É o caso da Lei do Microempreendedor Individual. O custo-benefício que decorreu dessa tomada política foi eficiente para os cofres do Poder Público. Para a massa incluída economicamente sobrou recolhimentos fiscais e acesso à Seguridade Social como prêmio pela adesão ao sistema. O problema reside na inclusão social às avessas. A legislação não teve o condão de institucionalizar esses indivíduos para a capacitação cidadã de contribuir efetivamente com o desenvolvimento do país. Para retirar esse véu da norma será necessária a abordagem histórica. Como técnica de pesquisa serão coletados dados de inclusão, os quais serão analisados e enfrentados pela metodologia da Análise Econômica do Direito.

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Biografia do Autor

Daniela Regina Pellin, Universidade do Vale do Rios dos Sinos - UNISINOS

Doutoranda em Direito Público na UNISINOS. Mestre em Direito da Sociedade da Informação pela FMUSP. Especialista em Direito Empresarial pela FMUSP. Professora. Pesquisadora. Advogada. Bolsista CAPES/PROEX. Membro do Grupo de Pesquisa JUSNANO/CNPq.

Wilson Engelmann, UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS - UNISINOS

Prof. Dr. Coordenador Adjunto da Pós-Graduação Acadêmica e Coordenador Executivo do Mestrado Profissional em Direito da Empresa e dos Negócios, ambos da UNISINOS. Bolsista de Produtividade em Pesquisas no CNPq. Email: wengelmann@unisinos.br

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Publicado

2018-09-03