O marketing esportivo como balizador na construção e fortalecimento da identidade do voleibol na capital federal - estudo de caso: Banco do Brasil

Autores

  • Cinthya Cavalcante Mota Ribeiro UCB
  • Ronaldo Rodrigues Silva UCB

Resumo

O voleibol brasileiro tornou-se o 2º esporte mais praticado e mais popular no Brasil ficando atrás, somente do futebol (IBOPE, 2007). Mas, foi em 1991, que o voleibol brasileiro teve sua grande sacada; teve e mantém até os dias atuais, como sua principal parceira, o banco mais antigo e popular do país – o Banco do Brasil (BB). Foi quando esta entidade começou a empregar o marketing esportivo no conceito de negócios associando sua marca a um esporte com grande ascensão. A cidade que mais aparece no cenário nacional Político, tanto na rede televisiva quanto na mídia impressa, é a capital do Brasil. Dela saem as principais decisões políticas que regem o país, mas que infelizmente, falta uma política para o esporte. Assim, este artigo discorre sobre a falta de uma política esportiva para o voleibol brasiliense com dados obtidos por meio de uma pesquisa qualitativa, através de uma revisão na literatura e aplicação de questionários e entrevistas. Com o objetivo de analisar o marketing esportivo como balizador na construção e fortalecimento da identidade do voleibol na capital federal foi realizado um estudo de caso do Banco do Brasil. Foi realizada uma investigação qualitativa - estudo de caso - de fatos e dados relativos ao marketing esportivo utilizado pela empresa estatal Banco do Brasil. O estudo apontou A falta de ousadia por parte dos empresários ou uma melhor administração de verbas. O investimento em mídia televisiva e/ou impressa apenas para a divulgação de um produto da empresa torna-se muito mais oneroso do que o amparo a atletas amadores com condições de se tornarem futuros atletas profissionais, que levarão em sua carreira o apoio e o incentivo da empresa de forma produtiva.

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Biografia do Autor

Cinthya Cavalcante Mota Ribeiro, UCB

autora do artigo.

Ronaldo Rodrigues Silva, UCB

orientador do artigo.

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Publicado

2008-02-29

Edição

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