Caminhada e orientação profissional: associações com conhecimento das recomendações internacionais e Motivo auto-referido

Autores

  • Denise Bueno Universidade de São Paulo
  • Kaique Dias Faculdade de Tecnologia e Ciências
  • Charlene Da Silva Faculdade de Tecnologia e Ciências
  • Leonardo Madeira Pereira Faculdade de Tecnologia e Ciências

Palavras-chave:

Análise Econômica e Direito, Dívida Pública, Previdência Social, Mercado de Trabalho, Economia Familiar, Cuidado e Assistência.

Resumo

A necessidade de conhecer o perfil de praticantes de atividade física e entender como a motivação e características associadas com a idade, orientam ações de atenção a programas esportes e lazer. Pretendeu-se com esta pesquisa investigar o perfil dos praticantes de caminhada em relação à orientação profissional e conhecimento das recomendações de atividade física associados com idade e motivação para a prática. O estudo envolveu 248 indivíduos (127 mulheres e 121 homens) praticantes de caminhada. Como critério de exclusão, foram desconsideradas pessoas com idade inferior a 18 anos, ciclistas e indivíduos que caminhavam como meio de locomoção. O questionário abordou informações sobre escolaridade, motivação e auxílio profissional para a prática, além de conhecimento das recomendações internacionais de atividade física. A coleta ocorreu durante 30 dias nos períodos da manhã, tarde e noite. A análise estatística incluiu teste qui quadrado, considerando significância quando p<0,05. A média de idade foi 43,13±16,9 anos. A maioria dos indivíduos informou não receber orientação profissional e, ainda, não conhecer a recomendação de atividade física preconizada pela OMS. Os jovens caminham motivados pela estética e os mais velhos pela saúde. O conhecimento da recomendação da OMS esteve diretamente associado ao nível de escolaridade e ao recebimento de orientação profissional. A orientação profissional também se associou positivamente com a idade. Conclui-se que independente da motivação para a prática, caminhantes não têm conhecimento das recomendações da atividade física e não procuram orientação profissional. É essencial que sejam desenvolvidos programas de atividade física, investindo em profissionais qualificados para acompanhar, controlar e orientar esta prática.

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Biografia do Autor

Denise Bueno, Universidade de São Paulo

Doutoranda em Nutrição em Saúde Pública, Universidade de São Paulo. Mestre em Fisioterapia pela UNESP. Graduação em Educação Física pela UNESP.

Kaique Dias, Faculdade de Tecnologia e Ciências

Graduado em Educação Física

Charlene Da Silva, Faculdade de Tecnologia e Ciências

Pós- graduanda em Fisiologia do Exercício.

Leonardo Madeira Pereira, Faculdade de Tecnologia e Ciências

Docente do curso de Educação Física da Faculdade de Tecnologia e Ciências

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Publicado

2014-07-17

Edição

Seção

Educação Física Pesquisa