Aristóteles e a questão da dynamis: desde a ótica de Martin Heidegger

Authors

  • Manuela Santos UFRJ

DOI:

https://doi.org/10.31501/periagoge.v1i1.8918

Abstract

Talvez uma das questões mais obscuras legada à história do pensamento seja a questão da dynamis enquanto tal. Na Física e na Metafísica, Aristóteles parece querer dar a conhecer a imbricação interna que ocorre entre o conceito ontológico e o conceito ôntico de dynamis, e isto para tentar compreender a que concerne o movimento em essência. Para orientar o curso desta tarefa de reconhecimento da proposta de Aristóteles, elegemos como orientadora do nosso estudo preliminar a perspectiva que o pensador Martin Heidegger propõe acerca do que, para o filósofo contemporâneo, ainda hoje permanece inaudito. Heidegger ensina que o essencial do que para os gregos significava o movimento só é compreendido quando observamos que em uma mudança, algo que até então não era, passa a ser – donde surge a fundamental questão de saber acerca das condições de possibilidades do não-ente vir-a-ser. Para o grego, o movimento enquanto uma forma do Ser tem este caráter do “emergir à presença”.

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Published

2018-09-14

How to Cite

Santos, M. (2018). Aristóteles e a questão da dynamis: desde a ótica de Martin Heidegger. Periagoge, 1(1), 31–44. https://doi.org/10.31501/periagoge.v1i1.8918

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Artigos Livres