Periodização do treinamento de força: uma revisão crítica

Autores

  • FABIO CARDERELLI MINOZZO
  • CLAUDIO ANDRE BARBOSA DE LIRA
  • CLAUDIO ANDRE BARBOSA DE LIRA
  • RODRIGO LUIZ VANCINI
  • RODRIGO LUIZ VANCINI
  • ANA AMÉLIA BENEDITO-SILVA
  • ANA AMÉLIA BENEDITO-SILVA
  • RAFAEL JÚLIO DE FREITAS
  • RAFAEL JÚLIO DE FREITAS
  • GUINA FACHINA
  • GUINA FACHINA
  • DILMAR PINTO GUEDES JR
  • DILMAR PINTO GUEDES JR
  • ANTÔNIO CARLOS GOMES
  • ANTÔNIO CARLOS GOMES
  • ANTÔNIO CARLOS DA SILVA
  • ANTÔNIO CARLOS DA SILVA

DOI:

https://doi.org/10.18511/rbcm.v16i1.1119

Resumo

Originária da Alemanha e da antiga União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS), a teoria da periodização do treinamento se desenvolveu em meados do século XX, no chamado período científi co, baseada na teoria da Síndrome Geral da Adaptação (SGA). A literatura científi ca pertinente ao treinamento de força entende a periodização como a variação sistemática da intensidade e do volume com a fi nalidade de se desenvolver de forma efi ciente uma ou mais capacidades físicas. O presente trabalho teve por objetivo analisar o efeito da periodização sobre o treinamento de força com relação às suas adaptações específi cas e comparar os modelos mais recorrentes (fi xo, linear e ondulado). Para tanto, foi feito um levantamento bibliográfi co sobre as variáveis utilizadas para a prescrição do treinamento resistido, assim como uma revisão sistemática de artigos encontrados nas seguintes bases de dados: Pubmed e Scielo. A constatação principal da presente revisão foi que o modelo ondulado é o mais efi ciente para o aumento de força máxima e potência, seguido pelo linear e por último o fi xo, embora sejam necessárias mais investigações enfocando resistência de força e hipertrofi a muscular. Palavras chaves: força muscular, treinamento resistido, volume, intensidade.

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Publicado

2009-10-07

Edição

Seção

Artigo de Revisão