HORMÔNIO DO CRESCIMENTO (GH) VERSUS TREINAMENTO DE FORÇA: ALTERAÇÕES MOLECULARES NO TECIDO ÓSSEO

Autores

  • Robson Chacon Castoldi FCT-UNESP de Presidente Prudente Universidade Estadual de Campinas
  • Henrique Izaias Marcelo Universidade do Oeste Paulista image/svg+xml
  • Andressa Eulina da Cruz Félix Universidade do Oeste Paulista image/svg+xml
  • Jonathan Borges Peixoto silva Universidade do Oeste Paulista image/svg+xml
  • Heliard Rodrigues dos Santos Caetano Universidade do Oeste Paulista image/svg+xml
  • Thiago Alves Garcia Universidade Estadual de Campinas
  • Guilherme Akio Tamura Ozaki Universidade de Estadual de Campinas
  • Inês Cristina Giometti Universidade do Oeste Paulista image/svg+xml
  • José Carlos Silva Camargo Filho FCT-UNESP de Presidente Prudente
  • William Dias Belangero Universidade Estadual de Campinas

DOI:

https://doi.org/10.31501/rbcm.v29i2.11758

Resumo

O objetivo deste estudo foi avaliar o efeito da aplicação de hormônio do crescimento (GH) e treinamento de força muscular (ST) na composição do tecido ósseo de ratos Wistar a partir da Espectroscopia Raman. 40 ratos machos foram distribuídos de forma aleatória em quatro grupos: controle (C [n=10]), controle a aplicação de GH (GHC [n=10]), treinamento de força (T [n=10]) e treinamento de força e aplicação de GH (GHT [n=10]). O treinamento foi composto por quatro séries de 10 saltos aquáticos, realizados três vezes por semana, com sobrecarga correspondente a 50% do peso corpóreo e duração de quatro semanas. O GH foi aplicado na dose de 0,2 UI/Kg em cada animal, três vezes por semana e em dias alternados. Após quatro semanas, os animais foram eutanasiados e coletados os fêmures direitos para realização da análise da estrutura óssea. A espectroscopia Raman (ER) foi utilizada para observar os seguintes compostos a partir de suas respectivas bandas: colágeno e fosfolipídio 1445 cm-1, colesterol 548 cm-1, glicerol 607 cm-1, glicose 913 cm-1, Pico de carboidrato 931 cm-1, prolina 918 cm-1. Para a análise estatística, foram realizados os testes de normalidade de Shapiro-Wilk e análise de variâncias ANOVA One-Way, seguida pelo pós-teste de Tukey. Os resultados revelaram aumento nas concentrações de colágeno e fosfolipidio, colesterol, glicerol, glicose, pico de carboidrato e prolina em todos os grupos experimentais, associados ou não à realização do ST e/ou aplicação de GH. Porém, somente o grupo T diferiu significativamente do grupo C (p<0,05). Conclui-se que todos os tratamentos puderam promover ganho no tecido ósseo, porém, somente o grupo T demonstrou diferença significativa nos compostos minerais analisados.

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Publicado

22-03-2022

Edição

Seção

Artigo Original

Como Citar

Castoldi, R. C., Marcelo, H. I., Félix, A. E. da C., Peixoto silva, J. B., Caetano, H. R. dos S., Garcia, T. A., Ozaki, G. A. T., Giometti, I. C., Filho, J. C. S. C., & Belangero, W. D. (2022). HORMÔNIO DO CRESCIMENTO (GH) VERSUS TREINAMENTO DE FORÇA: ALTERAÇÕES MOLECULARES NO TECIDO ÓSSEO. Revista Brasileira De Ciência E Movimento, 29(2). https://doi.org/10.31501/rbcm.v29i2.11758

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