ANÁLISE COMPARATIVA DO EQUILÍBRIO EM CRIANÇAS PRATICANTES E NÃO PRATICANTES DE TAEKWONDO

Autores

  • Osvaldo Tadeu Silva Junior Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium de Lins
  • Luiz Carlos Santos

DOI:

https://doi.org/10.31501/rbcm.v29i3.11887

Resumo

Estudos científicos que investigaram a influência da pratica de exercício sobre o equilíbrio, evidenciam que a prática de exercício pode ser considerada uma estratégia benéfica no desenvolvimento de habilidades motoras fundamentais. O objetivo do presente estudo foi comparar o equilíbrio estático e dinâmico em crianças praticantes e não praticantes de taekwondo. Foi utilizado o método de pesquisa experimental com corte transversal. Participaram do estudo 20 crianças do gênero masculino, com idade entre 10 e 11 anos, participantes de projeto social e alunos de escola municipal. Os participantes foram divididos em dois grupos: Grupo Controle (GC, n=10) e Grupo Taekwondo (GT, n=10) após a aplicação do questionário de atividade física e sedentarismo. Para a avaliação de equilíbrio foram utilizados os testes de equilíbrio estático (Flamingo Balance test) e dinâmico (Star Excursion Balance test). Para a comparação do equilíbrio estático e dinâmico entre os grupos foi utilizado o teste t de Student independente. Os resultados confirmaram diferença significante entre os grupos no equilíbrio estático lado direito (GC=18,5 ± 8,42 e GT=4,4 ± 2,3, p=0,0007) e lado esquerdo (GC=16,0 ± 8,31 e GT=4,9 ± 2,8, p=0,004). No equilíbrio dinâmico tambem foi encontrada diferença significante entre os grupos em todas as direções avaliadas do lado direito (Anterior p=0,0006, Lateral p=0,0003, Posterior p=0,01 e Medial p=0,0002) e no lado esquerdo (Anterior p=0,0003, Lateral p=0,01, Posterior p=0,01 e Medial p=0,01). Conclui-se que crianças praticantes de taekwondo apresentam melhor equilíbrio estático e dinâmico quando comparada a crianças com baixo nível de atividade física e sedentárias.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Downloads

Publicado

2022-03-22

Edição

Seção

Artigo Original