O EFEITO AGUDO DO FST-7 NO DESEMPENHO, VARIÁVEIS METABÓLICAS E RESPOSTAS PERCEPTIVAS EM HOMENS BEM TREINADOS

Autores

  • Bruno Pascoalini Faculdade Metodista Granbery
  • Ingrid Dias Universidade Federal do Rio de Janeiro
  • Marcelo Ricardo Dias Faculdade Metodista Granbery
  • Fabrício Miranda Universidade Federal do Rio de Janeiro Centro Universitário Gama e Souza
  • Antonio Souza Instituto Federal de Ciência e Tecnologia do Pará
  • Jefferson Novaes Universidade Federal do Rio de Janeiro
  • João Guilherme Vieira Universidade Federal de Juiz de Fora
  • Roberto Simão Universidade Federal do Rio de Janeiro
  • Belmiro Freitas de Salles Universidade Federal do Rio de Janeiro

DOI:

https://doi.org/10.31501/rbcm.v29i2.12114

Resumo

O método Fascia Stretch Training 7 Sets (FST-7) ganhou popularidade nos últimos anos sendo disseminado por fisiculturistas norte-americanos. O objetivo do presente estudo foi comparar os efeitos do protocolo de treinamento do método FST-7 com ou sem alongamento passivo entre as séries nas variáveis metabólicas (lactato [LAC] e creatinofosfoquinase [CPK]), desempenho (trabalho total – TT) e percepção subjetiva de esforço (PSE) em homens treinados. Nove homens treinados (23, 2 ± 1,7 anos; 174,2 ± 6,2 cm; 84,6 ± 9,8 kg, 3,4 ± 1,0 anos de experiência em treinamento de força) foram submetidos ao teste e re-teste de 10 repetições máximas (10RM) nos exercícios supino reto livre e crucifixo horizontal com halteres em dias distintos, respeitando 48 horas de intervalo entre as sessões de teste e re-teste. Decorridas 72 horas do último dia de teste, os participantes realizaram os protocolos experimentais de forma randomizada com 72 horas de intervalo entre as sessões. As coletas sanguíneas foram realizadas 10 minutos antes e imediatamente após os protocolos de treinamento. O protocolo sem alongamento aumentou significativamente a concentração de LAC (p = 0,029). No entanto, o mesmo não ocorreu para a concentração de CPK (p = 0,302). O TT foi maior para o protocolo sem alongamento (p < 0,001) e a PSE foi maior para o protocolo com alongamento entre as séries (p = 0,003). Concluímos que o método FST-7 com alongamento resultou em uma maior PSE, o que pode estar relacionado com o declínio do desempenho, traduzido pelo menor TT em relação à condição sem alongamento. Adicionalmente, o menor TT pode ter afetado o menor acúmulo de LAC observado no método FST-7 com o alongamento.

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Biografia do Autor

Bruno Pascoalini, Faculdade Metodista Granbery

Laboratório de Fisiologia e Avaliação Morfofuncional http://lattes.cnpq.br/7233582826820840

Ingrid Dias, Universidade Federal do Rio de Janeiro

Departamento de Educação Física http://lattes.cnpq.br/3124446377927753

Marcelo Ricardo Dias, Faculdade Metodista Granbery

Laboratório de Fisiologia e Avaliação Morfofuncional http://lattes.cnpq.br/0335562753907805

Fabrício Miranda, Universidade Federal do Rio de Janeiro Centro Universitário Gama e Souza

Departamento de Educação Física http://lattes.cnpq.br/4842398864622763

Antonio Souza, Instituto Federal de Ciência e Tecnologia do Pará

http://lattes.cnpq.br/5407933454761651

Jefferson Novaes, Universidade Federal do Rio de Janeiro

Departamento de Educação Física http://lattes.cnpq.br/6229092816230905

João Guilherme Vieira, Universidade Federal de Juiz de Fora

Departamento de Educação Física http://lattes.cnpq.br/3723225260641588

Roberto Simão, Universidade Federal do Rio de Janeiro

Departamento de Educação Física http://lattes.cnpq.br/8949859093585774

Belmiro Freitas de Salles, Universidade Federal do Rio de Janeiro

Departamento de Educação Física http://lattes.cnpq.br/5728563659567729

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Publicado

2022-03-22

Edição

Seção

Artigo Original