A QUALIDADE DE VIDA EM RELAÇÃO A SAÚDE EM CRIANÇAS COM BAIXA COMPETÊNCIA MOTORA.

Autores

  • Pâmella de Medeiros Universidade do Estado de Santa Catarina. Centro de Ciências da Saúde e do Esporte. Programa de pós graduação em Ciências do Movimento Humano. http://orcid.org/0000-0001-9509-940X
  • Marcela Almeida Zequinão Universidade do Estado de Santa Catarina. Centro de Ciências da Saúde e do Esporte. Programa de pós graduação em Ciências do Movimento Humano. http://orcid.org/0000-0003-3570-5425
  • Ericles de Paiva Vieira Universidade do Estado de Santa Catarina. Centro de Ciências da Saúde e do Esporte. Programa de pós graduação em Ciências do Movimento Humano. http://orcid.org/0000-0001-5762-8315
  • João Otacílio Libardoni dos Santos Universidade Federal do Amazonas. Faculdade de Educação Física e Fisioterapia. http://orcid.org/0000-0002-1048-8164
  • Fernando Luiz Cardoso Universidade do Estado de Santa Catarina. Centro de Ciências da Saúde e do Esporte. Programa de pós graduação em Ciências do Movimento Humano. http://orcid.org/0000-0002-3074-0988

DOI:

https://doi.org/10.31501/rbcm.v29i2.12286

Resumo

A baixa competência motora pode afetar significativamente os diversos domínios relacionados à qualidade de vida relacionada à saúde. Participaram do estudo 439 crianças, com idade entre 7 e 10 anos (x ?=8,94; DP=1,03). O Inventário Pediátrico de Qualidade de Vida foi utilizado para avaliar a qualidade de vida relacionada à saúde e a bateria motora Movement Assessment Battery for Children Second Edition foi utilizada para a avaliação da competência motora. Verificamos que houve diferença entre os grupos no que tange o funcionamento social (p=0,04), escolar (p<0,01) e qualidade de vida relacionada à saúde (p=0,02). Os dados sugerem que em alguns aspectos da qualidade de vida relacionada à saúde são significativamente menores nas crianças com baixa competência motora.

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Publicado

2022-03-22

Edição

Seção

Artigo Original