EFEITO DE UM PROGRAMA DE ESTIMULAÇÃO PRECOCE NO DESEMPENHO FUNCIONAL DE CRIANÇAS DE RISCO

Autores

  • Denise de Barros Rigoni Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
  • Sarah Hartel Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
  • Laís Rodrigues Gerzson Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
  • Carla Skilhan de Almeida Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)

DOI:

https://doi.org/10.31501/rbcm.v30i1.13094

Resumo

O objetivo do presente estudo foi avaliar o efeito de um programa de estimulação precoce no desempenho funcional de crianças de risco de zero a três anos, no qual os pais desempenharam o papel principal e fundamental na estimulação delas. Foi realizada uma pesquisa do tipo quase-experimental, com amostra composta por 14 crianças de risco, de ambos os sexos, incluídas nos grupos de estimulação precoce do Centro de Integração da Criança Especial – Kinder, em Porto Alegre (RS). Foi utilizada entrevista e análise de prontuários para obtenção de informações clínicas e demográficas e o Inventário de Avaliação Pediátrica de Incapacidade (PEDI) para avaliação do desempenho funcional das crianças nos momentos pré e pós intervenção. O período de intervenção ocorreu de fevereiro a dezembro de 2020, no qual os cuidadores receberam atividades com orientações e instruções sobre a melhor forma de estimular seus filhos em seu cotidiano. Todos os sujeitos do estudo apresentaram, entre os momentos avaliativos, aumento nos escores contínuos em todos os domínios, sendo que houve diferença significativa na mobilidade e função social (dentro das habilidades funcionais) e na função social (dentro da assistência do cuidador). Os resultados obtidos sugerem que o programa de estimulação precoce interferiu de forma positiva no desempenho funcional das crianças e também na redução do grau de dependência do cuidador nas tarefas funcionais.

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Biografia do Autor

Denise de Barros Rigoni, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)

Curso de Especialização em Fisioterapia Neurofuncional, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS, Brasil

Sarah Hartel, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)

Curso de Especialização em Fisioterapia Neurofuncional, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS, Brasil

Laís Rodrigues Gerzson, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)

Programa de Pós-Graduação Saúde da Criança e do Adolescente, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS, Brasil

Carla Skilhan de Almeida, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)

Departamento de Fisioterapia, Educação Física e Dança, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS, Brasil

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Publicado

2022-04-18

Edição

Seção

Artigo Original