A INFLUÊNCIA DE DIFERENTES RECUPERAÇÕES ENTRE AS SÉRIES NO TREINAMENTO DE FORÇA

Autores

  • Estevão Scudese Universidade Federal do Rio de Janeiro
  • Gilmar Webber Senna Univercidade Federal do Rio de Janeiro
  • Fabiana Rodrigues Scartoni Universidade Católica de Petrópolis
  • Roberto Fares Simão Universidade Federal do Rio de Janeiro

DOI:

https://doi.org/10.18511/rbcm.v19i2.2201

Resumo

O objetivo foi verificar a influência de diferentes formas de recuperações entre séries no desempenho das repetições e percepção subjetiva de esforço (PSE). Quatorze homens (20,61 ± 3,01 anos; 73,72 ± 6,03 kg; 175,08 ± 5,25 cm; 24,08 ± 2,1 kg/m²) realizaram teste e reteste de 10RM no supino horizontal em dias não consecutivos. Foram executadas quatro séries no supino horizontal para 10RM com intervalo de dois minutos e com diferentes procedimentos de recuperação: passivo e ativo (movimentos cadenciados similares à execução do supino horizontal). A ANOVA one-way demonstrou que para as duas recuperações, reduções progressivas ocorreram no número de repetições (1a < 2a < 3a < 4a série). Não foram observadas diferenças nas repetições entre recuperações tanto, em cada série, como para o número total de repetições na recuperação passiva (25,83 ± 5,51repetições) e na recuperação ativa (27,58 ± 3,75 repetições). Para a PSE verificada antes e após a execução das séries, ocorreram elevações a partir da terceira série para ambas as recuperações. Maiores valores da PSE para a recuperação ativa comparada com a recuperação passiva foram observados na quarta série. Concluímos que não ocorreram diferenças entre os protocolos de recuperação, porém com maior fadiga para a recuperação ativa. Palavras chave: recuperação passiva, recuperação ativa, exercícios resistidos, intervalo, séries.

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Biografia do Autor

Estevão Scudese, Universidade Federal do Rio de Janeiro

Possui graduação em Educação Física pela Universidade Católica de Petrópolis (2008). Especialização em treinamento de força pela Universidade Gama Filho (2010). Atualmente é professor colaborador do Grupo de Pesquisa em Treinamento de Força (EEFD/UFRJ). Tem experiência na área de Educação Física, com ênfase em treinamento de força, atuando principalmente nos seguintes temas: treinamento de força, repetições máximas, tempo de intervalo e influência da flexibilidade no treinamento.

Gilmar Webber Senna, Univercidade Federal do Rio de Janeiro

Possui graduação em Educação Física pela Universidade Católica de Petrópolis (2004). Especialização em treinamento de força pela Universidade Gama Filho (2007). Mestre em educação física pela UFRJ (2010). Atualmente é professor colaborador do Grupo de Pesquisa em Treinamento de Força (EEFD/UFRJ). Tem experiência na área de Educação Física, com ênfase em treinamento de força, atuando principalmente nos seguintes temas: treinamento de força, repetições máximas, tempo de intervalo e influência da flexibilidade no treinamento.

Fabiana Rodrigues Scartoni, Universidade Católica de Petrópolis

Profª. Ma. Fabiana Rodrigues Scartoni Licenciatura em Educação Física, Mestrado em Ciência da Motricidade Humana, Professora e Coordenadora no Curso de Educação Física da UCP.

Roberto Fares Simão, Universidade Federal do Rio de Janeiro

Referência internacional para treinamento resistido; Dr. Roberto atualmente e professor adjunto da UFRJ – junto à escola de educação física e desporto; professor da pós-graduação sricto-sensu (mestrado) da UFRJ – EEDF; membro do National Strength Conditioning Association – EUA; coordenador do projeto de física da Petrobrás; consultor e tradutor da editora Phorte; coordenador do programa de pós-graduação UFG; palestrante nos principais congressos internacionais sobre treinamento de força; autor de diversos livros e artigos.

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Publicado

2012-03-30

Edição

Seção

Artigo Original