BARREIRAS PERCEBIDAS E ETAPAS DE MUDANÇA DE COMPORTAMENTO RELACIONADAS À PRÁTICA DE ATIVIDADE FÍSICA EM PROFESSORES DE ESCOLAS PÚBLICAS

Autores

  • Julia Aparecida Devidé Nogueira Universidade de Brasilia
  • Arilson Fernandes Mendonça de Sousa Universidade de Brasília

DOI:

https://doi.org/10.18511/rbcm.v20i1.2406

Resumo

Resumo: Introdução: A atividade física está relacionada com a prevenção de doenças e tem ocorrido em parcelas importantes da sociedade; a escola é o ambiente propício para ações de saúde relacionada a atividade física, o professor pode servir de modelo para os mais jovens e ter a saúde beneficiada através de hábitos saudáveis. O objetivo deste estudo é identificar as barreiras e etapas de mudança do comportamento relacionado à atividade física em professores de escolas públicas do Distrito Federal. Materiais e métodos: Três escolas de ensino fundamental de Santa Maria-DF foram escolhidas por conveniência. Para verificação das barreiras e etapas de mudança de comportamento foi utilizado questionário. Para a análise de dados foram empregados a estatística descritiva, o teste “t” para amostras independentes nas comparações da média de idade por sexo, qui-quadrado para diferenças nas proporções das respostas por sexo. Resultados: A amostra composta por 53 professores com idade média (desvio padrão) 38,9 (8,5) anos de Idade. Etapas de comportamento para atividade física, ocorreram diferenças por sexo (p<0,05) com 47,8% dos homens sendo classificados como ativos e 20% das mulheres. As barreiras mais apontadas como impeditivos ou dificultadores da prática de atividade física foram: falta de tempo, principal motivo para ambos os sexos; falta de auto-disciplina, segundo motivo para as mulheres e terceiro para os homens; falta de equipamentos, segundo motivo para os homens; e falta de companhia, terceiro motivo para as mulheres. Os três principais motivos que nunca afetam a prática de atividade física foram: lesão ou incapacidade, medo de lesão e falta de boa saúde, para ambos os sexos. Conclusões: Diferenças por sexo para o comportamento de atividade física foram observados. A falta de tempo foi considerada a maior barreira para ambos os sexos.

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Biografia do Autor

Julia Aparecida Devidé Nogueira, Universidade de Brasilia

Afiliação: Professor adjunto Faculdade de Educação Física – Universidade de Brasília

Arilson Fernandes Mendonça de Sousa, Universidade de Brasília

Afiliação: Mestre Faculdade de Educação Física – Universidade de Brasília

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Publicado

2012-08-09

Edição

Seção

Artigo Original