ESTUDO COMPARATIVO DA COMPOSIÇÃO CORPORAL DE IDOSAS FISICAMENTE ATIVAS PELOS MÉTODOS DXA E ANTROPOMÉTRICO

Autores

  • Karla Helena Coelho Vilaça Universidade Católica de Brasília
  • José Ailton Oliveira Carneiro Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP-USP).
  • Fernanda Pinheiro Amador dos Santos Pessanha Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP-USP).
  • Nereida Kilza Costa Lima Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP-USP).
  • Eduardo Ferriolli Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP-USP).
  • Julio Cesar Moriguti Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP-USP).

DOI:

https://doi.org/10.18511/rbcm.v20i3.2806

Resumo

Embora a relevância de se estudar a composição corporal de idosos já esteja bem definida, são escassos os estudos que se propuseram a analisar a composição corporal de idosas fisicamente ativas. Esse estudo se propôs avaliar a composição corporal (percentual de gordura corporal %GC, massa gorda MG e massa magra MM) de idosas ativas, pelos métodos absorciometria de duplo-fóton (DXA) e antropométrico e verificar a concordância entre os mesmos, considerando o DXA como referência. Participaram do estudo 22 idosas com idade entre 65 a 80 anos. A composição corporal foi avaliada pelos métodos de antropometria (utilizando as equações de Jackson et al. e Durnin e Womersley) e DXA. As idosas foram consideradas ativas segundo o questionário internacional de atividade física (IPAQ). Para análise estatística usou-se o coeficiente de concordância de St. Laurent e o gráfico de Bland e Altman. A média de idade foi 69,3 (3,6) anos, o peso 67,2 (10,6) Kg, a altura 1,55 (0,04) m e o IMC de 27,9(5,0) kg/m2. Os coeficientes de concordância das equações de Jackson et al. e Durnin e Womersley, comparados ao DXA foram: (%GC 0,71 e 0,77; MG 0,89 e 0,92; e MM 0,56 e 0,72), respectivamente. Portanto, as equações antropométricas utilizadas, apresentaram de moderada a quase perfeita concordância com o DXA, sendo que, a equação de Durnin e Womersley foi a que apresentou melhores resultados para avaliar % GC, MG e MM em idosas fisicamente ativas.

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Biografia do Autor

Karla Helena Coelho Vilaça, Universidade Católica de Brasília

Docente do Programa de Mestrado em Gerontologia da Universidade Católica de Brasília - UCB

José Ailton Oliveira Carneiro, Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP-USP).

Doutorando do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP-USP).

Fernanda Pinheiro Amador dos Santos Pessanha, Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP-USP).

Mestranda do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP-USP).

Nereida Kilza Costa Lima, Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP-USP).

Docente do Departamento de Clínica Médica Geral, Setor de Geriatria da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP-USP).

Eduardo Ferriolli, Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP-USP).

Docente do Departamento de Clínica Médica Geral, Setor de Geriatria da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP-USP).

Julio Cesar Moriguti, Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP-USP).

Docente do Departamento de Clínica Médica Geral, Setor de Geriatria da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP-USP).

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Publicado

2012-08-09

Edição

Seção

Artigo Original