SINTOMATOLOGIA DOLOROSA EM BAILARINOS: UMA REVISÃO - DOI: http://dx.doi.org/10.18511/0103-1716/rbcm.v21n2p143-150

Autores

  • Estele Caroline Welter Meereis Universidade Federal de Santa Maria
  • Clarissa Stefani Teixeira Universidade Federal de Santa Catarina
  • Gabriel Ivan Pranke Universidade Federal do Rio Grande do Sul
  • Luiz Fernando Cuozzo Lemos Universidade Federal do Rio Grande do Sul
  • Carlos Bolli Mota Universidade Federal de Santa Maria

DOI:

https://doi.org/10.18511/rbcm.v21i2.3078

Resumo

Dentre as diversas modalidades de dança, o balé clássico se destaca devido a seus praticantes frequentemente apresentarem sintomas dolorosos decorrentes da prática dos movimentos e posições que proporcionam elevado estresse mecânico às estruturas osteomusculares. Diante disso, o presente estudo buscou realizar uma revisão sobre a prevalência de sintomatologia dolorosa em bailarinos e seus possíveis fatores associados. Para isso, foi realizada busca nas bases de dados: Science Direct, Scielo e Google Scholar, por meio dos termos pain, dancing, ballet, dor, dança e balé. Foram selecionados 35 artigos para a análise, sendo estes artigos de pesquisa transversais e de revisões sobre as principais características das dores que acometem bailarinos e fatores que estão associados aos sintomas dolorosos que acometem bailarinos. A partir disso, foi possível observar que a maioria dos autores cita que a sintomatologia dolorosa presente na coluna lombar, quadril, joelhos, tornozelos e pés de bailarinos está diretamente relacionada a algumas posições adotadas durante a prática do balé, como demipointe, pointe, demiplié, plié, uso da sapatilha de ponta e também aterrissagens de saltos de forma defeituosa. Sendo que para cada local anatômico acometido por sintomas dolorosos existem fatores associados. Além disso, foi encontrado que existe omissão sobre as queixas dolorosas, e também que o repouso realizado na presença de sintomas dolorosos é inadequado, isso priva os bailarinos que realizarem a correção dos fatores agravantes o que propicia apareceimento de lesões, bem comorecidivas das mesmas. Portanto, programas de prevenção de lesões decorrentes da prática do balé devem ser inseridos junto a esses profissionais.

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Biografia do Autor

Estele Caroline Welter Meereis, Universidade Federal de Santa Maria

Fisioterapeuta, Especializanda em Reabilitação Físico-Motora

Clarissa Stefani Teixeira, Universidade Federal de Santa Catarina

Doutora em Engenharia de Produção - Ergonomia

Gabriel Ivan Pranke, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Doutorando em Ciências do Movimento Humano

Luiz Fernando Cuozzo Lemos, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Doutorando em Ciências do Movimento Humano

Carlos Bolli Mota, Universidade Federal de Santa Maria

Doutorando em Ciências do Movimento Humano - Laboratório Biomecânica

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Publicado

2013-01-14

Edição

Seção

Artigo de Revisão