ASSOCIAÇÃO ENTRE FATORES SOCIODEMOGRÁFICOS E O NÍVEL DE ATIVIDADE FÍSICA DE UNIVERSITÁRIOS - DOI: http://dx.doi.org/10.18511/0103-1716/rbcm.v21n4p30-40

Autores

  • Guilherme da Silva Gasparotto Universidade Federal do Paraná - UFPR
  • Natália Boneti Moreira Universidade Federal do Paraná - UFPR
  • Lívia Pimenta Renó Gasparotto Universidade Estadual de Campinas - Unicamp
  • Michael Pereira da Silva Universidade Federal do Paraná - UFPR
  • Wagner de Campos Universidade Federal do Paraná - UFPR

DOI:

https://doi.org/10.18511/rbcm.v21i4.4050

Resumo

Os benefícios da atividade física relacionados à saúde estão bem documentados na literatura e desempenham importante papel na prevenção ou auxílio no tratamento de doenças crônicas, como as cardiovasculares. Sugere-se que algumas variáveis sociodemográficas estejam associadas à prática suficiente de atividades físicas entre estudantes universitários. Entretanto, estudos nesta perspectiva necessitam de grandes amostras representativas para proporcionar possibilidade de inferir relações entre as variáveis sobre a população em questão, o que dificulta a realização deste tipo de trabalho. Neste contexto, objetivo do presente estudo foi verificar a associação entre os fatores sociodemográficas: (sexo, idade, estado civil, nível socioeconômico, local de residência, turno e área de estudo) com a prática suficiente de atividades físicas moderado-vigorosas em uma amostra representativa de 1.599 universitários do ensino federal do Paraná. Foi aplicado questionário da Associação Brasileira de Empresas e Pesquisa (ABEP) para obtenção das variáveis socioeconômicas e a prática de atividade física foi estimada através do International Physivcal Activity Questionaire (IPAQ). A associação entre as variáveis foi testada por meio da Razão de Prevalência utilizando a regressão de Poisson, com significância para p<0,05. A prevalência de indivíduos classificados como Ativos foi de 45,5% (IC 95%: 43 – 48). Verificou-se associação entre os fatores: sexo (p<0,01), local de residência (p=0,02), turno de estudo (p=0,04) e área de estudo (p<0,01) com a prática suficiente de atividades físicas. A presença de associação entre estas variáveis sociodemográficas e a prática de atividade física moderado-vigorosa aponta a necessidade de estratégias para aumento desta prática, com o mínimo de 150 minutos por semana, entre universitários.

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Biografia do Autor

Guilherme da Silva Gasparotto, Universidade Federal do Paraná - UFPR

Acadêmico de Doutorado em Educação Física

Natália Boneti Moreira, Universidade Federal do Paraná - UFPR

Acadêmica de Mestrado em Educação Física

Lívia Pimenta Renó Gasparotto, Universidade Estadual de Campinas - Unicamp

Acadêmica de Doutorado em Gerontologia

Michael Pereira da Silva, Universidade Federal do Paraná - UFPR

Mestre em Educação Física

Wagner de Campos, Universidade Federal do Paraná - UFPR

Professor Dr. do programa de Pós Graduação em Educação Física - UFPR

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Publicado

2013-10-06

Edição

Seção

Artigo Original