EFEITO DA TEMPORADA SOBRE A PERCEPÇÃO DA SÍNDROME DE BURNOUT POR ATLETAS DE FUTEBOL PROFISSIONAL - DOI: http://dx.doi.org/10.18511/0103-1716/rbcm.v21n4p142-150

Autores

  • Thalles Eduardo Bontempo Bemfica Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terpia Ocupacional da Universidade Federal de Minas Gerais
  • Leonardo Henrique Silva Fagundes Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terpia Ocupacional da Universidade Federal de Minas Gerais
  • Daniel Alvarez Pires Universidade Federal do Pará
  • Varley Teoldo da Costa Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terpia Ocupacional da Universidade Federal de Minas Gerais

DOI:

https://doi.org/10.18511/rbcm.v21i4.4265

Resumo

A síndrome de burnout no âmbito esportivo está associada ao estresse crônico e excesso de treinamento que podem levar o atleta ao encerramento da careira. Porém pouco se sabe sobre os indicadores da síndrome em atletas profissionais de futebol no Brasil. Assim, o presente estudo teve como objetivos avaliar os índices da síndrome de burnout e de suas dimensões, exaustão física e emocional, desvalorização esportiva e reduzido senso de realização esportiva, em atletas de futebol profissional e comparar as percepções da síndrome em dois momentos competitivos da temporada, início e término do Campeonato Brasileiro da Série B. Foram avaliados 20 atletas profissionais com média de idade de 24,40 ± 4,55 anos pertencentes a um clube do futebol brasileiro. Foi utilizado o Questionário de Burnout para Atletas (QBA) em dois momentos: rodadas de número 2 e 34 do Campeonato Brasileiro. Para a análise dos dados foi utilizada a estatística descritiva e o teste U de Mann Whitney. Os resultados mostraram que para os dois momentos os escores indicativos dos sentimentos pertinentes à síndrome variaram entre quase nunca a raramente, o que representa uma variação entre 1 e 2 em uma escala de 5 pontos. Quando comparados os momentos 1 e 2, não foram observadas diferenças significativas para o burnout total e suas dimensões. Pode-se concluir que esse grupo de atletas apresentou frequência estável de sentimentos em relação à síndrome no início e término da competição e assim, o efeito da temporada analisado a partir de dois cortes não teve influência sobre as percepções de burnout e suas dimensões.

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Biografia do Autor

Thalles Eduardo Bontempo Bemfica, Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terpia Ocupacional da Universidade Federal de Minas Gerais

Aluno do curso de Bacharelado em Educação Física - EEFFTO/UFMG

Leonardo Henrique Silva Fagundes, Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terpia Ocupacional da Universidade Federal de Minas Gerais

Especialista em Treinamento Esportivo pela EEFFTO/UFMG

Daniel Alvarez Pires, Universidade Federal do Pará

Professor Assistente do Curso de Educação Física do Campus Universitário de Castanhal

Varley Teoldo da Costa, Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terpia Ocupacional da Universidade Federal de Minas Gerais

Professor Adjunto da EEFFTO/UFMG

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Publicado

2013-11-25

Edição

Seção

Artigo Original