ATIVIDADE FÍSICA: ESPAÇOS E CONDIÇÕES AMBIENTAIS PARA SUA PRÁTICA EM UMA CAPITAL BRASILEIRA - DOI: http://dx.doi.org/10.18511/0103-1716/rbcm.v22n3p53-62

Autores

  • Igor Joaquim Oliveira da Silva Universidade Federal de Mato Grosso
  • Marcelo Gomes Alexandre Universidade Federal de Mato Grosso
  • Fabricio Cesar de Paula Ravagnani Instituto Federal de Mato Grosso
  • Junior Vagner Pereira da Silva Universidade Federal de Santa Cruz
  • Christianne de Faria Coelho-Ravagnani Universidade Federal de Mato Grosso

DOI:

https://doi.org/10.18511/rbcm.v22i3.4804

Resumo

Evidências científicas, pautadas em perspectivas ecológicas, apontam que mudanças positivas no ambiente físico tendem a propiciar aumento na prática de atividade física de lazer (AFL). Além disso, o estilo de vida ativo se configura em fator preventivo à doenças e promotor de benefícios à saúde. Dessa forma, se faz necessário avaliar os ambientes físicos de cada cidade, com vistas a uma melhor adequação, tornando-os espaços favoráveis à prática de AFL. Atentos a isto, buscamos neste estudo analisar os espaços específicos à prática de AFL existentes em uma capital brasileira. Especificamente, objetivamos realizar o levantamento dos espaços de lazer existentes: apontando suas respectivas localizações geográficas e avaliando as condições ambientais de suas instalações – especificidade do local (tipo de espaço e status jurídicos), ambiente construído, ambiente natural, ambiente estético, segurança e poluição. Por meio da técnica de observação sistematizada, combinada com a avaliação morfológica normativa, constatou-se a existência de 150 espaços, sendo a maioria administrada pelo poder público (64,66%). Havia um maior número deles nas regiões Leste e Sul (35,55% e 33,33%, respectivamente). Em relação aos tipos de espaços notou-se a predominância de academias (33,3%), campos de futebol (23,3%) e quadras esportivas (13,9%). No que tange as características do ambiente construído, ambiente natural e segurança, os resultados foram positivos apenas na maioria dos espaços privados e na região Leste. Embora a maioria dos espaços à prática de AFL estejam sob a administração do poder público, estes apresentam várias inadequações, o mesmo ocorrendo com aqueles que se encontram na região mais pobre da cidade (Oeste).

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Biografia do Autor

Igor Joaquim Oliveira da Silva, Universidade Federal de Mato Grosso

Graduado em Educação Física. Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).

Marcelo Gomes Alexandre, Universidade Federal de Mato Grosso

Mestrando em Biociências. Faculdade de Nutrição (FANUT). Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).

Fabricio Cesar de Paula Ravagnani, Instituto Federal de Mato Grosso

Professor Doutor. Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Mato Grosso (IFMT). Programa de Mestrado em Educação Física - Faculdade de Educação Física. Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).

Junior Vagner Pereira da Silva, Universidade Federal de Santa Cruz

Doutorando. Universidade Federal de Santa Cruz.

Christianne de Faria Coelho-Ravagnani, Universidade Federal de Mato Grosso

Professora Doutora. Universidade Federal de Mato Grosso. Programa de Mestrado em Biociências - Faculdade de Nutrição. Programa de Mestrado em Educação Física - Faculdade de Educação Física.

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Publicado

2014-08-10

Edição

Seção

Artigo Original