DIFERENTES INTENSIDADES DO ESTIRAMENTO MUSCULAR SOBRE A RESISTÊNCIA DE FORÇA DE JOVENS ATIVOS - DOI: http://dx.doi.org/10.18511/0103-1716/rbcm.v22n4p156-161
Autores
Diego Passos Diogo
Universidade Estadual de Feira de Santana ; Grupo de Fisioterapia e Pesquisa Cardiovascular (GFPEC)
Lucas Santos Novais
Faculdade Nobre
Rogério Lima Gomes
Faculdade Nobre
Aderbal Borges de Almeida Neto
Faculdade Nobre
Alan Carlos Nery dos Santos
Faculdade Social da Bahia ; Grupo de Fisioterapia e Pesquisa Cardiovascular (GFPEC)
Jefferson Petto
Faculdade Social da Bahia ; Grupo de Fisioterapia e Pesquisa Cardiovascular (GFPEC)
Técnicas de manutenção e ganho de flexibilidade são utilizadas com frequência na prática esportiva, no entanto, podem diminuir a força e a resistência de força. O objetivo do presento estudo foi verificar o efeito agudo da intensidade de duas formas de estiramento muscular, sobre a resistência de força de jovens ativos submetidos a exercício neuromuscular. Foram avaliados 30 jovens do sexo masculino com idade de 22 ± 2,85 anos, praticantes de exercício neuromuscular de forma regular por no mínimo seis meses. Os voluntários foram submetidos a três protocolos para analisar o efeito da intensidade do estiramento muscular sobre a resistência de força. Para todos os protocolos utilizou-se 70% da carga máxima predita para o exercício no supino reto. O teste estatístico empregado para análise dos resultados foi o ANOVA com post-hoc de TUKEY. As médias do número de repetições achados nos dias de protocolos foram: basal (12,4 ± 3,9), flexionamento (12,5 ± 4,1) e alongamento (12,1 ± 3,7), não sendo observada diferença estatística significativa no número de repetições máximas entre os dias de coleta. Os resultados deste estudo sugerem que a resistência de força de jovens treinados não diminui com a aplicação prévia de diferentes intensidades de estiramento nos exercícios neuromusculares.